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VLDL – COLESTEROL

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Cálculo

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 Dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum obrigatório.

Código SUS:

Código CBHPM: 4.03.02.69-5

Interpretação:
Uso: avaliação de risco cardíaco.
Extraído por cálculo dos triglicérides. Ver Triglicérides.

VITAMINA B6

Material: Sangue EDTA cong prot. luz

Sinônimo: Piridoxina

Volume: 2.0 mL

Método: Cromatografia Líquida de Alto Desempenho (HPLC)

Volume Lab.: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 13 dias

Temperatura: Congelado

Coleta: Sangue total com EDTA congelado e protegido da luz.

Código SUS:

Código CBHPM: 0.00.00.00-0

Interpretação:
A determinação da vitamina B6, ou piridoxina, é útil no diagnóstico de deficiência dessa vitamina, que pode ser decorrente de alcoolismo crônico, desnutrição, anemia, má absorção ou uso de certos medicamentos, como a isoniazida. A condição pode ocasionar queimação oral e neuropatias periféricas, tipo síndromes dotúnel do carpo e do túnel do tarso. A vitamina B6 é um co-fator essencial para diversas enzimas, entre as quais a glicogênio fosforilase e diversas transaminases e descarboxilases de aminoácidos.

VITAMINA B12

Material: soro

Sinônimo: Cianocobalamina

Volume: 1.0 mL

Método: Eletroquimioluminescência (ECLIA)

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum de 8 horas. Não ingerir álcool 24h antes do exame. Paciente não deve fazer uso de antagonistas do ácido fólico, methotrexane, aminoglicosídeos. Enviar amostra refrigerada. Anotar uso de medicamentos.

Código SUS: 0202010708

Código CBHPM: 4.03.16.57-2

Interpretação:
Uso: avaliação da deficiência de vitamina B12.
A vitamina B12 (cobalamina) tem um peso molecular de 1355 daltons. É a única vitamina sintetizada exclusivamente por microorganismos, sendo estocada primariamente no fígado sob a forma de adenosilcobalamina. É importante na hematopoiese e função neuronal.
Valores aumentados: insuficiência renal crônica, diabetes, insuficiência cardíaca grave, leucemias, alguns carcinomas, doenças no fígado.
Valores diminuídos: deficiência de vitamina B12, síndromes de má absorção, dieta vegetariana, desordens congênitas, deficiência de ferro, deficiência de folato (ácido fólico).

VHS – HEMOSSEDIMENTAÇÃO

Material: Sangue total com EDTA

Sinônimo: VHS

Volume: 5.0 mL

Método: Automatizado

Volume Lab.: 5.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 3 dias

Temperatura: Temperatura Ambiente

Coleta: Jejum não obrigatório.

Código SUS: 0202020150

Código CBHPM: 4.03.04.37-0

Interpretação:
Uso: avaliação e controle de processos inflamatórios e neoplásicos.
A velocidade de hemossedimentação (VHS) é diretamente proporcional ao peso agregado celular, e inversamente proporcional à área da superfície. Os micrócitos sedimentam com maior lentidão que os macrócitos, que possuem menores relações entre área da superfície/volume celular.
A VHS tem três estágios. Nos primeiros 10 minutos ocorre pouca sedimentação (vão se formando os rouleaux). Durante cerca de 40 minutos ocorre a sedimentação (numa velocidade constante), diminuindo nos 10 minutos finais (as células se comprimem no fundo do tubo de ensaio). É a medida da velocidade de separação entre as hemácias e o plasma, que por ser menos denso, favorece a sedimentação dos glóbulos pela ação da gravidade.
A presença de fatores plasmáticos ou eritrocitários pode alterar a velocidade de hemossedimentação (estes fatores afetam direta ou indiretamente o grau de empilhamento dos eritrócitos).
O VHS é um dos testes laboratoriais mais antigos ainda em uso. Sua utilidade vem decrescendo, à medida que foram sendo desenvolvidos métodos mais específicos de avaliação das doenças. É um teste sensível, porém pouco específico. A VHS tem pouca valia na triagem de pacientes assintomáticos para estados de doença; habitualmente a história e o exame físico irão colocar em evidência a causa de VHS elevada.
Valores aumentados: doença inflamatória ativa (ex: artrite reumatóide), infecções crônicas, doença do colágeno, doença neoplásica.

VHS – 1ª e 2ª HORA

Material: Sangue total com EDTA

Sinônimo: VHS

Volume: 5.0 mL

Método: Automatizado

Volume Lab.: 5.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 24 horas

Temperatura: Temperatura Ambiente

Coleta: Jejum não obrigatório.

Código SUS: 0202020150

Código CBHPM: 4.03.04.37-0

Interpretação:
Uso: avaliação e controle de processos inflamatórios e neoplásicos.
A velocidade de hemossedimentação (VHS) é diretamente proporcional ao peso agregado celular, e inversamente proporcional à área da superfície. Os micrócitos sedimentam com maior lentidão que os macrócitos, que possuem menores relações entre área da superfície/volume celular.
A VHS tem três estágios. Nos primeiros 10 minutos ocorre pouca sedimentação (vão se formando os rouleaux). Durante cerca de 40 minutos ocorre a sedimentação (numa velocidade constante), diminuindo nos 10 minutos finais (as células se comprimem no fundo do tubo de ensaio). É a medida da velocidade de separação entre as hemácias e o plasma, que por ser menos denso, favorece a sedimentação dos glóbulos pela ação da gravidade.
A presença de fatores plasmáticos ou eritrocitários pode alterar a velocidade de hemossedimentação (estes fatores afetam direta ou indiretamente o grau de empilhamento dos eritrócitos).
O VHS é um dos testes laboratoriais mais antigos ainda em uso. Sua utilidade vem decrescendo, à medida que foram sendo desenvolvidos métodos mais específicos de avaliação das doenças. É um teste sensível, porém pouco específico. A VHS tem pouca valia na triagem de pacientes assintomáticos para estados de doença; habitualmente a história e o exame físico irão colocar em evidência a causa de VHS elevada.
Valores aumentados: doença inflamatória ativa (ex: artrite reumatóide), infecções crônicas, doença do colágeno, doença neoplásica.

VDRL

Material: soro

Sinônimo: Wasserman

Volume: 1,0 mL

Método: Imunoensaio Quimioluminescente de Micropartículas (CMIA)

Volume Lab.: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum recomendado de 4 horas, mas não obrigatório.

Código SUS: 0202031110

Código CBHPM: 4.03.07.76-0

Interpretação:
Uso: diagnóstico e acompanhamento da terapêutica em pacientes com sífilis.
São obtidos títulos elevados (>1/32) nas fases primárias ou secundárias da doença, tendendo a se normalizar após o tratamento. Títulos baixos (1/1, 1/4) podem permanecer após o tratamento, caracterizando uma cicatriz sorológica. No líquor, um resultado VDRL reagente quase sempre indica uma infecção sifilítica passada ou presente no sistema nervoso central.
Resultados positivos devem ser interpretados com cautela, visto que resultados falso-positivos podem ser observados em outras patologias (ex: doenças autoimunes) e em algumas condições fisiológicas (ex. gravidez). Esta condição é mais rara quando se utilizam testes treponêmicos.