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TSH – HORMONIO TIREOESTIMULANTE

Material: soro

Sinônimo: TSH, tireotropina , tireotrofina

Volume: 1,0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab.: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 7 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Para todas as idades jejum mínimo necessário de 3 horas. O cliente deve informar os medicamentos em uso nos últimos 30 dias, em especial hormônios tiroidianos, amiodarona e glicocorticóides.

Código SUS: 0202060250

Código CBHPM: 4.03.16.52-1

Interpretação:
Uso: diagnóstico do hipotireoidismo primário.
O TSH é um hormônio glicoprotéico, secretado pelas células tireotróficas do lóbulo anterior da glândula pituitária, que estimula a tiróide a liberar T3 e T4, sendo controlado pelos níveis séricos destes últimos e pelo TRH hipotalâmico. Com o emprego dos ensaios ultra-sensíveis que chegam a níveis de sensibilidade de 0,01mU/L, a dosagem de TSH teve sua utilidade ampliada. Pode ser considerado o melhor exame isolado para a investigação de hipotireoidismo e hipertireoidismo. Na maioria dos pacientes com hipotireoidismo primário, os resultados de TSH são marcadamente elevados (3 a 100 vezes o normal).
Os resultados de um ensaio sensível para TSH que estão dentro dos intervalos de referência excluem adisfunção tireoidiana. No hipotireoidismo subclínico o TSH está elevado; o T4 livre, o T4 total e o T3 podem apresentar níveis normais. Nas mulheres com mais de 50 anos de idade a prevalência de hipotireoidismo subclínico é de 15 – 20%.
Variáveis fisiológicas que alteram os níveis de TSH: gravidez, idade, ritmo circadiano. Em alguns momentos na gravidez, o HCG compete com o TSH (funcionando como TSH), passando a dirigir a tireóide. Não é incomum encontrar, no primeiro e segundo meses da gravidez, TSH suprimido e T4 livre elevado com HCG >100.000unidades.
Interferentes: dopamina -, corticóides -, carbamazepina -, triiodotironina -, amiodarona +, clomifene +, haloperidol +, fenotiazidas +, morfina +, propiltiuracil +, TRH.

TROMBINA III – ANTICORPO ANTI

Material: plasma citratado

Sinônimo:

Volume: 2,0 mL

Método: Quantificação funcional utilizando substrato cromogênico

Volume Lab.: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 5 dias

Temperatura: Congelado

Coleta: Coleta de sangue com Citrato . Separar imediatamente o plasma e enviar congelado.

Código SUS: 0202020177

Código CBHPM: 4.03.04.06-0

Interpretação:
Uso: investigação de tendência a tromboembolismo venoso; detecção de estados de hipercoagulabilidade;monitoramento de resposta a heparina.
A antitrombina III é um dos principais inibidores dos fatores de coagulação ativados. Sua deficiência (herdada ou adquirida) quantitativa ou funcional está associada com risco aumentado de tromboembolismo venoso. Pacientes com níveis baixos de ATIII são geralmente resistentes ao uso de heparina. A antitrombina III inativa a trombina e os fatores IXa, Xa, XIa, XIIa. Sua atividade é amplificada pela heparina. A deficiência de ATIII ocorre em cerca de 1/5000 pessoas. O risco de tromboses aumenta de 0,1% em pessoas normais a 55-70% em pacientes com deficiência quantitativa ou qualitativa de ATIII, herdada ou adquirida.
Valores aumentados: casos de inflamação aguda (ATIII é um marcador de fase aguda), hiperglobulinemia, uso de anticoagulação com cumarínicos.
Valores diminuídos: deficiência familiar hereditária (autossômica dominante, com valores em torno de 40-60% do normal), doença hepática crônica, cirrose hepática, síndrome nefrótica, doenças com má nutrição protéica, terapia com heparina após o terceiro dia, terapia com l-asparaginase, doença trombótica ativa, coagulação intravascular disseminada, uso de contraceptivos orais, gravidez, recém-natos, leucemia aguda, carcinomas, queimaduras, trauma pós-cirúrgico, doença renal e sepse.

TROFOZOITOS (PESQUISA)

Código: PET

Material: Fezes

Sinônimo:

Volume: Variável

Método: Microscopia

Volume Lab.: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 1 dia

Temperatura: Ambiente

Coleta: O paciente não deve utilizar medicamentos ou produtos químicos por um período de 7 a 10 dias antes da colheita das fezes. As fezes devem ser colhidas em penico ou em um recipiente limpo e seco, ou em folha de papel limpo e transferidas para o frasco coletor limpo e seco, o qual deve ser de plástico, com boca larga e tampa de rosca. Recolher cerca de 20 a 30g de fezes recentemente emitidas.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação: Os trofozoítos são usualmente encontrados nas fezes líquidas, nas pastosas ou nas mucosanguinolentas. O exame microscópico permite visualizar os estágios de diagnósticos dos protozoários (cistos, trofozoítos, oocistos e esporos) e dos helmintos (ovos, larvas e vermes pequenos) na amostra do paciente

TRIGLICERIDEOS

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1,0 mL

Método: Enzimático / automatizado

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum obrigatório de 12 a 14 horas. Dieta estável duas semanas antes da realização do teste.

Código SUS: 0202010678

Código CBHPM: 4.03.02.54-7

Interpretação:
Uso: diagnóstico e acompanhamento de dislipidemias; avaliação de amostras lipêmicas no laboratório.
Os triglicerídeos são moléculas compostas de uma molécula de glicerol com três moléculas de ácidos graxos, que podem ser saturados ou insaturados. Os triglicerídeos ocorrem em animais e vegetais; em humanos podem ser provenientes de fontes exógenas, por ingestão ou endógenas por síntese primariamente hepática. Têm como função permitir ao organismo a estocagem de moléculas com longas cadeias de carbono, úteis em processos de formação de energia em estados de jejum prolongado. Estas moléculas altamente energéticas constituem 95% das gorduras estocadas nos tecidos, sendo transportadas no plasma nas lipoproteínas (VLDL, quilomícrons e LDL). Quando os triglicerídeos são metabolizados, seus ácidos graxos são liberados, havendo fornecimento de energia, enquanto sua porção glicerol é reciclada para a formação de outros triglicerídeos.
A manutenção dos níveis plasmáticos de triglicerídeos depende de uma série de fatores metabólicos e orgânicos, sendo reconhecido que, após a ingestão de gorduras, suas concentrações encontram-se em níveis elevados. As concentrações séricas de triglicerídeos devem ser avaliadas levando-se em consideração que seus níveis são extremamente variáveis, sendo que determinações separadas por um ou dois dias podem resultar muito diferentes. Portanto, valores elevados devem ser confirmados em ocasiões posteriores. Os níveis de triglicerídeos não são normalmente encarados como fatores independentes de risco para doença cardíaca coronariana.
Valores aumentados: dislipidemias (deficiência de lipoproteína lipase, deficiência de Apo-CII, hipertrigliceridemia familiar, disbetalipoproteinemias), doenças hepáticas, xantomas, pancreatites,síndrome nefrótica, doenças de estocagem, hipotireoidismo, diabetes mellitus, alcoolismo, gota, gravidez, doenças agudas, uso de certos medicamentos (contraceptivos orais, estrogênios em altas dosagens, betabloqueadores, hidroclorotiazida, esteróides anabolizantes, corticosteróides). Certos valores estão associados a algumas condições (até 250, não associado a nenhum estado patológico; 250-500, associado àdoença vascular periférica; superior a 500, associado a risco de pancreatites; superior a 1000, associado a hiperlipidemias, especialmente tipo I e V, risco de pancreatites; superior a 5000, associado a xantoma eruptivo, arco corneal, lipemia retinal e hepatoesplenomegalia).
Valores diminuídos: abetalipoproteinemias, desnutrição, alteração em hábitos dietéticos recentes (especialmente regimes), perda de peso recente, exercício vigoroso e uso de medicamentos (bloqueadores de receptores alfa-1).
Hipertrigliceridemia está associada com o uso de diuréticos (tiazidicos) e beta adrenérgicos.

TRICLOROCOMPOSTOS

Material: urina do final da jornada de trabalho

Sinônimo:

Volume: 30,0 mL

Método: Colorimétrico

Volume Lab.: 30,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 8 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Coletar urina no final da jornada de trabalho.

Código SUS:

Código CBHPM: 4.03.13.28-0

Interpretação:
Os hidrocarbonetos alifáticos clorados são absorvidos pela via respiratória e também pela pele íntegra, exercendo ação irritante e depressora do sistema nervoso central. O processo de eliminação dos triclorocompostos totais é relativamente lento, podendo ocorrer certo acúmulo destes e de seus metabólitos, em caso de exposição freqüente.
O tricloroetano (TCE) e o ácido tricloroacético (TCA) são os principais metabólitos encontrados no sangue e na urina, sendo que a proporção entre as partes eliminadas varia de uma substância para outra.

Transglutaminase, ac. anti – IgG

Material: soro

Sinônimo: Anticorpos da classe IgG anti-transglutaminase

Volume: 2,0 mL

Método: ELISA

Volume Lab.: 2,0 mL

Rotina: 3ª e 5ª feira

Resultado: 7 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Coletar sangue sem anticoagulante, separar o soro refrigerar e enviar.

Código SUS:

Código CBHPM: 4.03.08.55-3

Interpretação:
Uso : marcador sorológico da doença celíaca

Ensaio ( teste ) Especificidade Sensibilidade
Anti gliadina IgG 78% 88%
Anti gliadina IgA 86% 52%
Anti endomísio2 100% 100%
Anti transglutaminasese 98% 90-95%

TRANSGLUTAMINASE TECIDUAL, IgA

Material: soro

Sinônimo: Anticorpos da classe IgA anti-transglutaminase

Volume: 2,0 mL

Método: ELISA

Volume Lab.: 2,0 mL

Rotina: 3ª e 5ª feira

Resultado: 5 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Coletar sangue sem anticoagulante, separar o soro refrigerar e enviar.

Código SUS:

Código CBHPM: 4.03.08.55-3

Interpretação:
Uso : marcador sorológico da doença celíaca

Ensaio ( teste ) Especificidade Sensibilidade
Anti gliadina IgG 78% 88%
Anti gliadina IgA 86% 52%
Anti endomísio2 100% 100%
Anti transglutaminasese 98% 90-95%

TRANSFERRINA

Material: soro

Sinônimo: Siderofilina

Volume: 1.0 mL

Método: Imunoturbidimetria

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum obrigatório.

Código SUS: 0202010660

Código CBHPM: 4.03.02.52-0

Interpretação:
Uso: avaliação do metabolismo do ferro (especialmente na investigação das anemias microcíticas e da hemocromatose).
A transferrina é a principal beta globulina, responsável pelo transporte dos íons férricos dos depósitos de ferro intracelulares ou da ferritina mucosa para a medula óssea, onde os precursores dos eritrócitos e dos linfócitos possuem receptores de transferrina nas suas superfícies. Variações ocorrem em suas concentrações em resposta à deficiência de ferro e com doenças crônicas, retornando ao normal após o tratamento. Normalmente apenas um terço da transferrina plasmática encontra-se sob a forma saturada. Sua concentração se correlaciona com a capacidade total de ligação do ferro (TIBC).
As estratégias atuais para avaliar a hemocromatose incluem as determinações do ferro e da transferrina (porimunoensaio nefelométrico), com o cálculo do percentual de saturação como melhor índice para a identificação de casos previamente não reconhecidos.
Interferentes: estrógenos +, anticoncepcionais orais +, corticosteróides -, testosterona -, corticotrofina -, dextran -.

TRAB – ANTICORPO INIBIDOR

Material: soro

Sinônimo: Siderofilina

Volume: 1.0 mL

Método: Imunoturbidimetria

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 7 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum obrigatório.

Código SUS: 0202010660

Código CBHPM: 4.03.02.52-0

Interpretação:
Uso: avaliação do metabolismo do ferro (especialmente na investigação das anemias microcíticas e da hemocromatose).
A transferrina é a principal beta globulina, responsável pelo transporte dos íons férricos dos depósitos de ferro intracelulares ou da ferritina mucosa para a medula óssea, onde os precursores dos eritrócitos e dos linfócitos possuem receptores de transferrina nas suas superfícies. Variações ocorrem em suas concentrações em resposta à deficiência de ferro e com doenças crônicas, retornando ao normal após o tratamento. Normalmente apenas um terço da transferrina plasmática encontra-se sob a forma saturada. Sua concentração se correlaciona com a capacidade total de ligação do ferro (TIBC).
As estratégias atuais para avaliar a hemocromatose incluem as determinações do ferro e da transferrina (porimunoensaio nefelométrico), com o cálculo do percentual de saturação como melhor índice para a identificação de casos previamente não reconhecidos.
Interferentes: estrógenos +, anticoncepcionais orais +, corticosteróides -, testosterona -, corticotrofina -, dextran -.

TOXOPLASMOSE IgM, IFI

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Imunofluorescência indireta

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 7 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum recomendado, mas não obrigatório.

Código SUS: 1106337-8

Código CBHPM: 4.03.07.83-2

Interpretação:
A toxoplasmose é uma doença infecciosa causada por um parasita protozoário intracelular, chamado Toxoplasma gondii. O parasita é encontrado nas fezes dos gatos e outros felinos. Homens e outros animais também podem hospedar o parasita.

Transmissão: A toxoplasmose pode ser adquirida por contágio direto de animais domésticos, pela ingestão de alimentos contaminados (principalmente carnes cruas ou mal passadas, de porco e de carneiro, e vegetais que abriguem os cistos do Toxoplasma). A toxoplasmose pode ser transmitida congenitamente, ou seja, da mãe para o feto, mas não se transmite de uma pessoa para outra.

Adultos: geralmente é benigna.

Pacientes soropositivos: toxoplasma é uma importante causa de morte.

Grávidas: pode ter consequências graves, tais como aborto espontâneo ou prematuridade.

Sintomas: pode ser assintomática, ou apresentar sintomas leves, como dor de cabeça, dor de garganta, astenia. Casos raros apresentam miocardite, pneumonia, meningoencefalite e coriorretinite.

TOXOM(IgM)/TOXI2/TOXOC: anticorpos IgM anti-Toxoplasma aparecem na circulação de 2 a 4 semanas após o aparecimento dos sintomas, e diminui gradualmente, desaparecendo após 3 a 9 meses.

TOXOG(IgG)/TOXI1: Os níveis de IgG anti-Toxoplasma aumentam gradualmente e atingem um máximo em 2 a 5 meses após o aparecimento dos sintomas. Portanto, o ensaio sérico da IgG é útil para distinguir a população que já contraiu a doença da não imune.

TOXOA (IgA): A presença de anticorpos da classe IgM e IgA na ausência de IgG ou na presença de IgG em baixos níveis é uma forte evidência de toxoplasmose aguda.
Toxoplasmose subaguda: caracterizada pela presença de anticorpos da classe IgM na presença de IgGconstante ou em diminuição.