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SATURAÇÃO DE TRANFERRINA

Código: SAT

Material: Soro

Sinônimo:

Volume: 3mL

Método: Colorimétrico

Volume Lab.: 3mL

Rotina: Diária

Resultado: 3 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Adultos: Jejum de 8 horas.
Crianças: Jejum de 4 horas.
Lactentes: Não necessita de jejum.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação:  O Índice de Saturação da Transferrina (IST) e a razão ferro sérico/capacidade de combinação do ferro. A associação de ferro sérico e IST abaixo dos valores normais e dado mais consistente de anemia ferropriva. A transferrina é a proteína que transporta o ferro no plasma. Em condições normais, 20 a 50% dos sítios de ligação do ferro na transferrina são ocupados. Valores elevados ocorrem na hemocromatose, talassemia, hepatites, gravidez, ingestão de ferro e uso de progesterona. Na reposição de ferro, valores superiores a 100% podem ser encontrados. Níveis baixos podem estar presentes na anemia ferropriva, desnutrição e na anemia das doenças crônicas.

 

SARAMPO (SOROLOGIA) IGM

Material: soro

Sinônimo: Sorologia para sarampo

Volume: 1,0 mL

Método: ELISA

Volume Lab.: 1,0 mL

Rotina: 3ª feira

Resultado: 11 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum não necessário. Coletar soro.

Código SUS: 0202030695

Código CBHPM: 4.03.08.13-8

Interpretação:
Uso: diagnóstico diferencial de exantema virais; avaliação da eficácia da vacinação.
O diagnóstico clínico de sarampo torna-se difícil em alguns casos. Algumas formas atípicas podem aparecer em indivíduos, que permanecem suscetíveis ao vírus do sarampo (por causa de insucesso da vacina ou devido a não imunização).
Para o diagnóstico da infecção aguda, o exame mais indicado é a pesquisa de anticorpos IgM específicos. Aproximadamente 10 dias após o rush cutâneo e outros sintomas clínicos, os pacientes apresentam reação (anticorpos do tipo IgM) positiva, podendo persistir até 12 meses após a infecção (IgM residual). A distinção entre fase aguda recente e contaminação anterior pode ser feita observando-se os níveis (decréscimo) de anticorpos IgM.
Através dos níveis de anticorpos IgG também é possível fazer o diagnóstico da infecção, obtendo-se duas coletas com intervalo de 7 dias e observando um aumento dos níveis de anticorpos maior que 50% entre as duas semanas, constatando a soroconversão.

SARAMPO (SOROLOGIA) IGG

Material: soro

Sinônimo: Sorologia para sarampo

Volume: 1.0 mL

Método: ELISA

Volume Lab.: 1,0 mL

Rotina: 3ª feira

Resultado: 11 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum não necessário. Coletar soro.

Código SUS: 0202030695

Código CBHPM: 4.03.08.12-0

Interpretação:
Ver Sarampo – Anticorpos IgM.

SANGUE OCULTO, PESQUISA NAS FEZES

Material: fezes

Sinônimo: Sangue oculto nas fezes

Volume: Variável

Método: Benzidina

Volume Lab.: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 5 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: É necessário seguir uma dieta durante os 3 dias anteriores ao exame:
1. Não ingerir carne vermelha (carne de vaca ou de porco) ou derivados como caldos, extratos e molhos.
2. Evitar os seguintes vegetais e frutas: nabo, rabanete, brócolis, couve-flor, cogumelo, alcachofra, maçã, laranja, banana e uvas.
3. Não ingerir bebidas alcoólicas.
4. Evitar alimentos que resultem em resíduos sólidos, contendo partículas duras. Comer alimentos pastosos e líquidos, de fácil digestão. Evitar, ainda, uma dieta farta.
5. Suspender toda e qualquer medicação à base de ferro e vitaminas, assim como drogas anti-inflamatórias e aspirina. Quando utilizados por prescrição médica, a interrupção deverá ser determinada pelo médico.
6. Escovar os dentes com cuidado, usando escova de cerdas macias, evitando traumatizar as gengivas: por menores que sejam, possíveis sangramentos, mesmo não visíveis, alteram o resultado do exame.
7. Não é recomendado amostras de pacientes com sangramento proveniente de hemorroidas ou menstruação.
8. Não usar purgantes ou laxantes antes da coleta.

COLETA
- Após os 3 dias de dieta preparatória, obter a amostra de fezes retirada de qualquer evacuação.
- Evitar o contato da amostra com urina ou água do vaso sanitário.

Código SUS: 0202040143

Código CBHPM: 4.03.03.13-6

Interpretação:
Uso: auxílio ao diagnóstico de lesões da mucosa gastrointestinal.
Causas mais freqüentes de sangramento das porções baixas do trato digestivo: colite, carcinoma de cólon, diverticulite. Causas de sangramento gastrointestinal superior: gastrite, câncer gástrico, úlcera péptica, varizes esofagianas.
Interferentes (resultados falso-positivos): ácido acetilsalicílico, ácido ascórbico, salicilatos, esteróides, ferro, dieta inadequada (carnes).

S-DEHA DEHIDROTESTOSTERONA – SO4

Material: soro

Sinônimo: DHEA, Androstenolona, Dehidroisoandrosterona

Volume: 1,0 mL

Método: ELISA

Volume Lab.: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum obrigatório de no mínimo 4h. Colher sangue de preferência pela manhã. Anotar uso de medicamento, principalmente corticosteróide. Lipemia atua como interferente. Se não realizar no mesmo dia, congelar a amostra.

Código SUS: 0202060144

Código CBHPM: 4.03.16.21-1

Interpretação:
Uso: marcador da produção adrenal de andrógenos; avaliação da reserva adrenal após estímulo com ACTH.
A dehidroepiandrosterona é sintetizada pelo córtex da adrenal, sendo seu principal andrógeno. Apresenta meia vida plasmática curta e é usualmente convertida em DHEA-sulfato. Sua produção excessiva pode estar associada a quadros de virilização com acne, hirsutismo, e conversão à testosterona.
Valores aumentados: presença de tumores adrenais, síndrome de Cushing, hiperplasia adrenal congênita e adrenarca prematura.
Valores diminuídos: doença de Addison, anorexia nervosa.

S-DEHA – SULFATO

Material: soro

Sinônimo: DHEA-SO4, DHEAS, SULFATO DE DHEA

Volume: 1,0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab.: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum mínimo necessário de 4 horas. Colher sangue de preferência pela manhã. Anotar uso de medicamento, principalmente corticosteróide.

Código SUS: 0202060330

Código CBHPM: 4.03.16.45-9

Interpretação:
Uso: avaliação de mulheres com infertilidade, amenorréia ou hirsutismo, para identificação da fonte de androgênio; marcador de função cortical adrenal.
O DHEA-sulfato é sintetizado quase que exclusivamente pelas adrenais. É um andrógeno fraco, sendo o principal esteróide C19 plasmático, e uma das principais fontes para 17-cetoesteróides. Seu uso pode, portanto, substituir as determinações de 17-KS. Seus níveis são marcadamente elevados em pacientes comhiperplasia adrenal congênita ou carcinoma adrenal. Aumentos moderados podem ser vistos na maioria dos pacientes com síndrome de Cushing pituitário-dependente, enquanto que valores baixos ou normais são vistos em síndrome de Cushing por adenoma adrenal. O câncer adrenal está geralmente associado a níveis extremamente elevados de DHEA. Sua determinação pode marcar o início da adrenarca, quando os níveis começam a se elevar. Suas determinações são mais comumente empregadas no diagnóstico diferencial de pacientes virilizados.