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RUBEOLA ANTICORPO IGM .

Material: soro

Sinônimo: Sorologia para rubéola

Volume: 1.0 mL

Método: Eletroquimioluminescência – ECLIA

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 5 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum recomendado de 4 horas, mas não obrigatório.

Código SUS: 0202030920

Código CBHPM: 4.03.07.70-0

Interpretação:
Uso: diagnóstico de infecção aguda de rubéola.
A rubéola é uma doença sistêmica, transmitida por inalação de gotículas infectantes. É moderadamente contagiosa; um ataque geralmente confere imunidade permanente. O quadro clínico da rubéola é de difícil distinção entre outras doenças virais. O diagnóstico definitivo pode ser obtido apenas pelo isolamento do vírus ou por testes sorológicos.
A principal importância da rubéola consiste no seu efeito devastador sobre o feto no útero. A infecção durante gravidez, particularmente no primeiro trimestre, pode resultar em morte fetal ou a “síndrome de rubéola”, um espectro de defeitos congênitos que incluem catarata, surdez, glaucoma, doença de coração congênita, e retardamento mental. Aproximadamente 10-20% dos recém-nascidos infectados no útero não sobrevivem além do primeiro ano de vida.
O aparecimento de anticorpos IgG e IgM está associado com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Os anticorpos IgM se tornam detectáveis em poucos dias após o começo dos sinais clínicos, atingindo o pico máximo após 7 a 10 dias.
Anticorpos do tipo IgM no soro de um recém nascido sugerem infecção congênita, uma vez que os mesmo não atravessam a barreira placentária. Em gestantes com níveis baixos de IgM, sem história clínica da doença, deve-se utilizar o teste de avidez de IgG. Se a infecção for aguda, os anticorpos são de baixa avidez (menor que 40%); se a infecção ocorreu há mais de 3 ou 4 meses, a avidez será maior que 60%. É possível, para comprovar a fase aguda, realizar uma pesquisa do vírus por PCR no líquido amniótico.

RUBEOLA ANTICORPO IgG .

Material: soro

Sinônimo: Sorologia para rubéola

Volume: 1.0 mL

Método: Eletroquimioluminescência – ECLIA

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 5 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum recomendado de 4 horas, mas não obrigatório.

Código SUS: 0202030814

Código CBHPM: 4.03.07.69-7

Interpretação:
A rubéola é uma doença que segue um decurso tipicamente benigno com raras complicações, sendo subclínica numa grande percentagem dos casos. A detecção correta de anticorpos IgM e IgG anti-vírus da rubéola é um instrumento essencial para o diagnóstico e a monitorização da infecção aguda, para o estabelecimento do estado imunitário na doente e, portanto, para a adoção de medidas profiláticas em mulheres susceptíveis em idade fértil.

Sintomas: por febre, mal-estar geral, erupção cutânea de três a cinco dias de duração e, raramente, coriza e conjuntivite. A rubéola de usual é acompanhada porlinfadenite.

Gestantes: a infecção pelo vírus da rubéola é particularmente grave se contraída durante os primeiros quatro meses de gravidez. Pode causar graves malformações ao recém-nascido, muitas das quais são permanentes.

IgM(RUBEM):
A primeira resposta imunológica à infecção é a síntese de anticorpos IgM anti-vírus da rubéola que alcança um nível máximo duas semanas depois da erupção cutânea e premanece na circulação por um ou dois meses.

IgG(RUBEG):

A IgG em geral aparece após cerca de uma semana do desenvolvimento da IgM.
Esta aumenta com rapidez, alcançando um valor estável entre seis e dez semanas após o aparecimento dos sintomas e, então, diminui progressivamente e se mantém em circulação durante toda vida.

A reinfecção, completamente assintomática, é acompanhada por um aumento moderado dos níveis de IgG específica.

Desde quando a vacina se tornou disponível, o teste da IgG contra o vírus da rubéola tem sido amplamente utilizado para determinar a soroconversão da doente após a vacinação.

ROTAVIRUS (PESQUISA)

Material: fezes

Sinônimo: Vírus da Gastroenterite infantil

Volume: 5.0 g

Método: Imunocromatográfico

Volume Lab.: 5.0 g

Rotina: Diária

Resultado: 24h

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Caso exame não for realizado no momento refrigerar a amostra.

Código SUS: 0202040135

Código CBHPM: 4.03.10.33-7

Interpretação:
Uso: diagnóstico de gastroenterite viral.
Os rotavírus são a principal causa mundial de gastroenterites com desidratação em crianças. O diagnóstico precoce através da detecção do rotavírus nas fezes evita o uso desnecessário de antibióticos e orienta medidas epidemiológicas.
Os rotavírus podem também causar infecção em adultos. A doença é geralmente moderada, com casos também ocorrendo entre viajantes, de forma epidêmica, após contato com a água.

RETRAÇAO DO COAGULO

Código: RCO

Material: Sangue Total sem Anticoagulante

Sinônimo:

Volume: Variável

Método: De Macfarlane modificado: medida da relação coágulo/soro obtida após a coagulação do sangue mantido 6 37 º C.

Volume Lab.: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 1 dia

Temperatura: Ambiente

Coleta: Jejum de 4 horas.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação:  A retração do coágulo é usada como índice indireto de avaliação do número e da atividade plaquetária. Está diminuída quando o número de plaquetas for inferior a 100.000/mm nas alterações qualitativas das plaquetas (alteração da adesividade e/ou do mecanismo contrátil), e nível diminuído do fibrinogênio.

 

RETICULÓCITOS, CONTAGEM

Material: Sangue total com EDTA

Sinônimo:

Volume: 5.0 mL

Método: Automatizado

Volume Lab.: 5.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Temperatura Ambiente

Coleta: Jejum não obrigatório. Coletar sangue total com EDTA.

Código SUS: 0202020037

Código CBHPM: 4.03.04.55-8

Interpretação:
Uso: diagnóstico diferencial das anemias; controle terapêutico.
Valores aumentados: anemia hemolítica, anemia por perda de sangue, início da terapêutica específica de algumas anemias (deficiência de ferro ou anemia megaloblástica).
Valores diminuídos: anemia aplástica, anemia ferropriva e megaloblástica antes do tratamento.

RENINA, ATIVIDADE PLASMATICA DA

Material: plasma com EDTA

Sinônimo: Atividade de Renina

Volume: 2.0 mL

Método: Radioimunoensaio

Volume Lab.: 2.0 mL

Rotina: 3ª e 5ª feira

Resultado: 6 dias

Temperatura: Congelado

Coleta: Os níveis plasmáticos de aldosterona e atividade da Renina são dependentes de um grande número de variáveis fisiológicas e farmacológicas; logo é extremamente importante o preparo do paciente para a coleta de amostras, assim como o correto manuseio das amostras.

Cuidados relacionados ao paciente:
1- A coleta das amostras devem ser feitas pela manhã;
2- O paciente deve estar em repouso por ao menos 30 minutos (preferencialmente com acesso venoso instalado para a coleta);
3- Paciente com ingestão adequada de sal;
4- Se possível, sem o uso das medicações abaixo 1 por no mínimo 2 semanas;

OBS: A utilização da razão aldosterona/atividade de renina é menos susceptível as variaçoes fisiológicas.

Cuidados no manuseio da amostra:
1- As coletas das amostras devem ser realizadas exclusivamente em tubos com EDTA.
2 – A separação do plasma em temperatura ambiente e congelamento imediato, após a coleta;
3- Envio imediato com o plasma congelado. (Inferior a 24 horas);

Medicações que interferem nos níveis de Aldosterna e Atividade de Renina:
- Anti – inflamatórios não hormonais (Aspirina, ibuprofeno, indometacina);
- Beta bloqueadores;
- Diuréticos poupadores de potássio (amilorida, espironolactona);
- Inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA) (captopril, enalapril entre outros);
- Diuréticos tiazídicos (clortalidona, hidroclorotiazida);
- Diuréticos de alça (Furosemida);
- Bloqueadores de canal de cálcio (nifidipina, felodipina);
- Laxantes (a maioria quando em uso excessivo);

Código SUS:

Código CBHPM: 4.03.16.43-2

Interpretação:
\Uso: diagnóstico diferencial da hipertensão arterial; diferenciação entre aldosteronismo primário e secundário; monitoramento da terapia com mineralocorticóides; seguimento de portadores de defeito da 21-hidroxilase em tratamento.
Valores diminuídos: hiperaldosteronismo primário.
Valores aumentados: hipertensão renovascular.

RENINA

Material: plasma com EDTA

Sinônimo: Quantificação de Renina

Volume: 2.0 mL

Método: Quimioluminescência – CLIA

Volume Lab.: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 6 dias

Temperatura: Congelado

Coleta: Permanência de 2 h em pé (parado ou andando) antes da coleta, a não ser que existam instruções especiais do médico
Anotar se o cliente esta em uso de dieta hiposodica.
Se solicitado em repouso, o cliente deverá permanecer no lab por 30 min. deitado antes da coleta.
Enviar o material congelado.

Código SUS: 0202060314

Código CBHPM: 4.03.16.43-2

Interpretação:
A renina é uma enzima que controla a secreção da aldosterona, convertendo o angiotensinogênio em angiotensina I, o qual é clivado pela ECA (enzima conversora de angiotensina) em angiotensina II. Esta última aumenta a pressão sanguínea pela vasoconstrição ou estimulando a produção de aldosterona.