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PROLACTINA

Material: soro

Sinônimo: PRL

Volume: 1,0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab.: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Para todas as idades jejum mínimo necessário de 3 horas. O paciente deve fazer repouso de pelo menos 20 minutos antes da coleta.

Código SUS: 0202060306

Código CBHPM: 4.03.16.41-6

Interpretação:
Uso: avaliação de tumores hipofisários (prolactinomas) e controle pós-tratamento; anormalidades hipotalâmicas; estudos de infertilidade, amenorréia, galactorréia e impotência.
A prolactina é formada por 198 aminoácidos, sendo estruturalmente similar ao GH. É secretada através das células lactotróficas da hipófise anterior (amamentar é o estímulo primário para liberação de prolactina).
Valores aumentados: tumores hipofisários, doenças hipotalâmicas, hipotireoidismo, tumores ectópicos, amenorréia, galactorréia, gravidez, insuficiência renal crônica, trauma de mama, hipotireoidismo primário, drogas, causas idiopáticas.
A detecção da presença de macroprolactina em todos os soros que apresentam resultados superiores a 30 ug/L (teste de precipitação do polietilenoglicol) é uma boa prática para evitar tratamentos e outros exames desnecessários, pois nestes casos, os pacientes não apresentam tumores ou outras alterações funcionais.
Intereferentes : Fenotiazidas podem elevar a prolactina e levodopa, dopamina, cromocriptina e hormonios tiroideanos podem suprimir a secreção de prolactina. Recomenda-se a dosagem de TSH após ou juntamente com a dosagem de prolactina para excluir hipotiroidismo.

PROGESTERONA

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1,0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab.: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Para todas as idades jejum mínimo necessário de 3 horas. De preferência, a coleta deve ser realizada entre o 20º e o 24º dia do ciclo menstrual ou conforme solicitação médica (escrita ou verbal). Anotar dia do ciclo menstrual.

Código SUS: 0202060292

Código CBHPM: 4.03.16.40-8

Interpretação:
Uso: diagnóstico da ovulação; avaliação funcional do corpo lúteo; monitoramento da terapia de substituição da progesterona.
A progesterona é um hormônio esteróide produzido pelo ovário, placenta (durante a gravidez) e córtex adrenal. Os níveis de progesterona, caracteristicamente baixos durante a fase folicular, aumentam nitidamente durante a fase lútea dos ciclos menstruais normais, alcançando o pico máximo 5-10 dias depois do pico de LH.
Valores aumentados: ovulação (segunda metade do ciclo).
Valores diminuídos: disfunção de fase lútea.

PREVENTIVO EM MEIO LIQUIDO

Material: Diversos

Sinônimo:

Volume:

Material: Diversos

Sinônimo:

Volume: Variável

Método: Microscopia

Volume Lab.: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 10 dias

Temperatura: Temperatura Ambiente

Coleta: Coleta é feita em kits específicos (ThinPrep ) e o exame realizado como exame preventivo ginecológico comum (Papanicolaou).
Coleta:
1) Remover o lacre plástico que envolve a tampa do frasco.

2) Identificar o frasco de coleta ThinPrep colando a etiqueta de código de barras. Conferir os dados cuidadosamente antes de proceder com a coleta. Anotar a lápis as iniciais da paciente no corpo do frasco.

3) Caso haja muco/exsudato em excesso, limpar o colo uterino suavemente.

4) Com a espátula plástica, coletar material do colo, girando a espátula 360 graus ao redor da ectocérvice.

5) Lavar imediatamente a espátula dentro do frasco, agitando vigorosamente até desprender todo o material coletado dentro do meio líquido. Desprezar a espátula.

6) Introduzir a escova cervical no canal cervical até as últimas cerdas e obter o material girando a escovinha (meia volta basta). Não girar a escovinha em excesso.

7) Lavar imediatamente a escovinha dentro do frasco, agitando vigorosamente e esfregando suas cerdas na parede do frasco até desprender todo o material coletado dentro do meio líquido. Desprezar a escovinha.

8) Fechar o frasco. A marcação da tampa (linha preta) deve se encontrar com a marcação do frasco, para o fechamento adequado.

Código SUS:

Código CBHPM: 0.00.00.00-0

Interpretação:

Método: Coloração de Papanicolaou

Volume Lab.:

Rotina: Diária

Resultado: 10 dias

Temperatura: Temperatura Ambiente

Coleta: Material: Urina, escarro*,líquor, líquido ascítico, líquido pleural, líquidos em geral.

Coleta.

Idealmente para uma boa citologia, adequadamente celular, os esfregaços devem ser feitos imediatamente após a recepção do material no laboratório-clínica de origem; os esfregaços (as lâminas somente, em total de 2 a 3) devem então ser fixados em álcool a 50% e enviados ao
laboratório final. Por outro lado, quando o líquido é enviado in natura (sem fixação) e os esfregaços feitos posteriormente no laboratório
realizador do exame, há muita autólise ou deterioração acentuada, com prejuízo de leitura microscópica.

*Como colher material citológico de Escarro

Pela manhã, logo após acordar: a) Escovar bem os dentes. Escovar (com a escova de dentes) a superfície da língua. b) Tossir bem forte e coletar
material de dentro dos pulmões; tapotagem ajuda. Não serve material cuspido; o material deve ser escarrado. c) Colher o material obtido,
colocar dentro do frasco e adicionar álcool a 50% na proporção de 1:1 ou fazer o esfregaço no laboratório de origem.

Código SUS:

Código CBHPM: 0.00.00.00-0

Interpretação:

PREVENTIVO – CITOLOGIA ONCOTICA

Material: Citopatológico

Sinônimo: Citopatologico vaginal oncótico e microflora

Volume: 1 lâminas

Método: Coloração de Papanicolaou

Volume Lab.: 1 lâminas

Rotina: Diária

Resultado: 10 dias

Temperatura: Temperatura Ambiente

Coleta: Confeccionar 1 lâminas e enviar ao laboratório. Devem ser enviados dados clínicos do paciente. Deve ser tomado cuidado com a fixação do material (deve ser colhido e imediatamente imerso em alcool 95%)

Importante :

A espátula deve ser firmemente raspada sobre a mucosa do colo uterino de forma a retirar material suficiente, sem causar sangramento traumático,
excessivo. O esfregaco deve ser feito sob a forma de fina lamina de secreção. Deve ser evitada a formação de grumos e/ou áreas espessas.
Igualmente deve ser evitado esfregaço muito fino, muito ralo. Caso isto aconteça, as coletas devem ser repetidas de pronto. Uma vez feitos, os
esfregacos devem ser imediatamente fixados em alcool a 95 % ou com a substância fixadora.

TÉCNICA DE FIXAÇÃO DE PAPA (CITOLOGIA VAGINAL) EM ALCOOL 95%

1) Deixar sobre a mesa somente 1 lâmina para a coleta

2) Identificar a lâmina na parte fosca somente com lápis preto com as iniciais do nome da paciente antes da coleta. Ex. A M E

3) Coletar primeiro a parte ectocervical e fazer o esfregaço no primeira parte da lâmina

4) Coletar a parte endocervical com a escova e fazer o esfregaço na parte final da lâmina

5) colocar a lâmina com o esfregaço vaginal no álcool 95% imediatamente após a coleta.

6) Deixar no álcool 95% ou 96% no mínimo por 1 hora.

7) Retirar a lâmina do álcool e deixar secar a temperatura ambiente.

8) colocar em um frasco seco devidamente etiquetado e enviar ao laboratório.

Obs: coletar o esfregaço somente em um única lâmina, colocar no álcool imediatamente após a coleta (esta etapa tem que ser rápida, não podendo demorar mais que 30 segundos para fazer a coleta da parte ectocervical e endocervical).
identificação da lâmina – iniciais do nome e a lápis
Procurar pedir para os laboratório e consultório envitarem de usar caneta nas etiquetas, usar lápis para não borrar.

Código SUS:

Código CBHPM: 0.00.00.00-0

Interpretação:

POTASSIO

Material: Soro p/ NACLK

Sinônimo:

Volume: 1,0 mL

Método: Eletrodo Seletivo

Volume Lab.: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Coletar soro sem hemólise.

Código SUS: 0202010600

Código CBHPM: 4.03.02.31-8

Interpretação:
Uso: avaliação do equilíbrio hidro-eletrolítico.
O potássio corpóreo corresponde a 50 mEq/kg (>95% intracelular). Uma deficiência de 4-5 mEq/Kg ocorre para cada redução de 1 mEq/L da concentração de potássio sérico, abaixo de um nível de 4 mEq/L. A hipocalemia pode ser devida a redução da ingestão, troca de potássio no interior da célula, perda de potássio renal ou extra-renal ou uma combinação destes fatores.
Valores aumentados: infusão rápida de vitamina K.
Valores diminuídos: vômitos prolongados, diarréia, acidose tubular renal, insuficiência renal, síndrome de Fanconi, aldosteronismo primário ou secundário, síndrome de Cushing, administração de ACTH, cortisona ou testosterona.
Interferentes: bloqueadores adrenérgicos +, ácido aminocapróico +, angiotensina +, agentes antineoplásicos +, cefaloridina +, ciclosporina +, digoxina +, epinefrina +, heparina +, lítio+, manitol +, metilcilina +, agentes antiinflamatórios +, penicilina +, tetraciclina +, adrenérgicos -, aminoglicosídeos -, aspirina -, anfotericina -, carbenicilina -, diuréticos -.

PLAQUETAS, CONTAGEM

Material: Sangue total com EDTA

Sinônimo: Contagem de trombócitos

Volume: 2.0 mL

Método: Cell Dyn 3000 (ABBOT)

Volume Lab.: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 3 dias

Temperatura: Temperatura Ambiente

Coleta: Jejum não obrigatório. Coletar sangue total com EDTA.

Código SUS: 0202020029

Código CBHPM: 4.03.04.36-1

Interpretação:
Uso: avaliação da hemostasia, monitoramento do tratamento quimioterápico de leucemias e púrpuras.
Valores aumentados: doenças mieloproliferativas, policitemia vera, leucemia mielóide crônica, mielofibrose com metaplasia mielóide, doenças inflamatórias, febre reumática aguda, artrite reumatóide, colite ulcerativa, tuberculose, osteomielite, carcinoma, doença de Hodgkin, pós esplenectomia.
Valores diminuídos: síndrome de Wiscott-Aldrich, trombocitopenia, anomalia de May-Hegglin, síndrome de Bernard-Soulier, anomalia de Chediak-Higashi, síndrome de Fanconi.

ph vaginal

Código: PHV

Material: Secreção Vaginal

Sinônimo:

Volume: Variável

Método: Fita

Volume Lab.: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 1 dia

Temperatura: Ambiente

Coleta: Vir até o laboratório preferencialmente na parte da manhã sem ter urinado.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação: A determinação do pH vaginal é útil no auxílio diagnóstico das infecções vaginais por germes que alteram o pH normal, como por exemplo as infecções por Gardnerella vaginalis, que cursam Com pH vaginal superior a 4,5.

 

pH Urinário

Código: PHU

Material: Urina

Sinônimo:

Volume: Variável

Método: Fita de Urina

Volume Lab.: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 1 dia

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Coletar urina conforme indicação do laboratório.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação: O exame de pH da urina pode informar ao médico se a urina está ácida ou básica (alcalina), fazendo um exame de urina simples e indolor. Muitas doenças, dieta e medicamentos podem tornar a urina ácida ou básica. Por exemplo, resultados muito altos ou muito baixos indicam a probabilidade de que o organismo formará pedras nos rins. Se a urina estiver em um dos extremos do nível de pH, alto ou baixo, pode-se ajustar a dieta para reduzir a probabilidade de formação de pedras dolorosas nos rins. Resumindo, o pH da urina é um indicador geral da saúde e fornece ao médico pistas importantes sobre o que está acontecendo no organismo.

 

PEPTIDEO C

Material: Soro Congelado

Sinônimo:

Volume: 1,0 mL

Método: Eletroquimioluminescência

Volume Lab.: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 11 dias

Temperatura: Congelado

Coleta: Para todas as idades jejum mínimo necessário de 8 horas.

Código SUS: 0202060284

Código CBHPM: 4.03.16.39-4

Interpretação:
Uso: distinção entre tumores secretores de insulina e diabetes tipo 1 e 2; avaliação da reserva insulínica pancreática.
O peptídeo-C é uma cadeia de 31 aminoácidos, com massa molecular de aproximadamente 3020 daltons. Metabolicamente inerte, ele se origina nas células beta pancreáticas, como um produto da clivagem enzimática da pró-insulina a insulina.
Valores aumentados: insulinoma, diabetes do tipo 2.
Valores diminuídos: administração de insulina exógena, diabetes do tipo 1.
Avaliação da reserva insulínica pancreática: em muitas circunstâncias clínicas, pode ser interessante determinar a existência ou não de uma reserva secretora de insulina. Tal informação pode ter importância, no que concerne à estratégia terapêutica a ser adotada em relação a determinado paciente, em especial aqueles em uso de insulina, em que se antevê a possibilidade de substituição terapêutica. A medida do peptídeo C, em condições basais ou após estímulo, é considerada o melhor método para estudo da reserva insulínica pancreática, por não sofrer interferências.

PCR – PROTEINA C REATIVA ULTRA-SENSÍVEL

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Imunoturbidimetria

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Coletar sangue total, deixar retrair o coágulo, separar o soro e enviar sob refrigeração.

Código SUS: 0202030202

Código CBHPM: 4.03.08.38-3

Interpretação:
Uso: marcador de fase aguda de processos infecciosos ou inflamatórios; seguimento terapêutico das doenças reumáticas em geral. fator de risco isolado de risco coronariano. A concentração plasmática aumenta em doenças do colágeno, neoplasias, pós-operatório, infarto do miocárdio e em doenças infecciosas agudas (pielonefrite aguda) e crônicas. Na febre reumática, o seu reaparecimento pode sugerir regularização do processo; nas vasculites sistêmicas, pode servir de parâmetro para acompanhamento do tratamento.
Estudos prospectivos tem demonstrado que a proteína C reativa (PCR) pode ser usada para predizer o futuro evento cardiovascular. Métodos com alta sensibilidade são usados para este propósito. Concentrações aumentadas de PCR precedem em anos, antecipando o primeiro evento coronariano ou cerebral em indivíduos de alto risco. A PCR é usualmente dosada nos laboratórios clínicos por imunonefelometria ou imunoturbidimetria ,métodos reprodutíveis, capazes de medir a PCR com limites de detecção baixos . Muito embora este limite de detecção seja adequado para a tradicional utilização clínica da PCR monitorando uma infecção, torna-se inútil para predizer risco coronariano e doença cerebrovascular, em população aparentemente normal. A grande maioria dos estudos originais que examinaram a utilidade clínica para predizer o futuro enfarto do miocárdio tem usado o PCR ultra-sensível. Este ensaio é capaz de medir concentrações de PCR até 0,05 mg/dL. Estudos demonstraram que mulheres aparentemente normais com concentrações de PCR >0,21 mg/dL tem 3 vezes maior probabilidade de enfarto do miocárdio e 2 vezes risco de doença arterial periférica, quando comparadas com outro grupo com concentrações de PCR