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OXIURUS, PESQUISA POR SWAB ANAL

Material: fezes

Sinônimo: Oxiurus

Volume: Variável

Método: Microscopia

Volume Lab.: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Temperatura Ambiente

Coleta: Paciente deve comparecer no laboratório para realização do teste. (Fita gomada)

Código SUS: 0202040054

Código CBHPM: 4.03.03.02-0

Interpretação:
Uso: diagnóstico de enterobíase.
O Enterobius vermicularis é um helminto cuja infestação é associada, entre outros, a prurido na região anorretal. Sua presença é diagnóstica, sugerindo-se tratamento para todos os indivíduos que o hospedem. A coleta de swab anal com fita adesiva é mais bem realizada pela manhã, antes de banho ou defecação. Menos de 10% dos pacientes infestados por E. vermicularis apresentam ovos nas fezes.

OXALATO URINÁRIO – URINA 24 HS

Material: Urina 24 h acidificada

Sinônimo: Oxalato

Volume: 10,0 mL

Método: enzimática colorimétrica

Volume Lab.: 10,0 mL

Rotina: 3ª e 5ª feira

Resultado: 7 dia(s)

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Coletar urina 24 horas, misturar a amostra e enviar alíquota junto com a informação do volume total.
Usar como conservante HCl 50% 20mL/L urina. Manter urina refrigerada durante a coleta se 24h.
- Preferencialmente não realizar no período menstrual. Em casos excepcionais e nos de urgência, pode ser realizada a coleta de urina menstruada utilizando-se um tampão vaginal.
- Dois (2) dias antes do início da coleta e no terceiro dia, quando a coleta da urina será iniciada, o paciente deverá abster-se de qualquer substância que contenha vitamina C, como: Abacaxi, Acerola, Tomate, Espinafre, Gelatina, Laranja, Limão, Morango.
- Algumas medicações que contenham Vitamina C podem alterar o resultado do exame. Evite o uso desses medicamentos durante o período de dieta e coleta de material. Medicamentos prescritos só devem ser suspensos a critério do médico assistente.

Código SUS: 0202050106

Código CBHPM: 4.03.01.12-5

Interpretação:
Uso: detecção de hiperoxalúria primária em crianças; avaliação de hiperoxalúria na nefrolitíase e na insuficiência renal.
O oxalato urinário é derivado em grande parte do metabolismo da glicina e do ácido ascórbico, além do proveniente da dieta. Por isso, o aumento de sua excreção não pode ser atribuído somente à ingestão de alimentos precursores.
Valores aumentados: hiperoxalúria primária tipo I e tipo II, intoxicação com etilenoglicol, nefrolitíase com cálculos de oxalato de cálcio, deficiência de piridoxina, insuficiência pancreática, spru, síndromes de malabsorção de gorduras, processos inflamatórios intestinais, diabetes mellitus, cirrose, doença de Crohn.