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MUSCULO LISO – ANTICORPO ANTI

Material: soro

Sinônimo: Ac. p/ Hepatite crônica, anti-glomérulo e actina

Volume: 2.0 mL

Método: Imunofluorescência Indireta

Volume Lab.: 2.0 mL

Rotina: 3ª e 5ª feira

Resultado: 6 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Coletar em tubo sem anticoagulante, separar o soro e Refrigerar.

Código SUS: 0202030580

Código CBHPM: 4.03.06.39-9

Interpretação:
Uso: diagnóstico diferencial da hepatite crônica ativa e aguda.
Várias formas de doença crônica do fígado estão associadas com baixos títulos de anticorpos anti – músculo liso (AML), com títulos < 1:160, exceto hepatite crônica ativa, onde os níveis de anticorpos podem chegar a 1:1280. Na maioria dos casos os níveis estão entre 1:80 – 1:320 e persistem por vários anos. Nas hepatites virais os títulos geralmente estão abaixo de 1:80.
Os anticorpos antinucleares, anticorpos anti – músculo liso e anticorpos anti – mitocondriais ocorrem em hepatites crônicas ativas, formando a base para a distinção entre os diferentes grupos de hepatites autoimunes.

MUCOPROTEINAS

Material: soro

Sinônimo: ALFAGLIC soromucóide, mucoproteína

Volume: 1.0 mL

Método: Imunoturbidimetria

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 6 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum de 4 horas.

Código SUS: 020201016-3

Código CBHPM: 4.03.01.25-7

Interpretação:
Uso: monitoramento de processos inflamatórios em geral.
A alfa 1 glicoproteína ácida é um marcador de fase aguda, sendo também o principal componente da mucoproteína de Winzler. Embora o fígado seja apontado como local exclusivo de síntese, alguns tumores podem produzir esta proteína. Esta dosagem tem sido solicitada em substituição à dosagem de mucoproteínas por apresentar melhor correlação clínica e constituir marcador de maior fidelidade e reprodutibilidade.
Valores aumentados: atividade inflamatória de origem infecciosa, autoimune, neoplásica.
Valores diminuídos: desnutrição, hepatopatias graves, gravidez, enteropatia com perda protéica.

MONOTESTE, MONONUCLEOSE

Material: Sangue total c/ EDTA – Biomol

Sinônimo: EBV, mononucleose

Volume: 5,0mL

Método: PCR em Tempo Real artus®EBV – Qiagen

Volume Lab.: 5,0mL

Rotina: Diária

Resultado: 3 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Realizado em: sangue total com EDTA e lavado trato respiratório em frasco estéril (refrigerado). Líquor e lavados em frasco estéril (congelado).

Código SUS:

Código CBHPM: 0.00.00.00-0

Interpretação:
O EBV é o agente etiológico da Mononucleose Infecciosa. Durante a manifestação clínica podem ocorrer complicações, havendo comprometimento do figado, baço e mesmo do Sistema Nervoso Central. Em indivíduos imunossuprimidos a infecção das células linfóides pode levar a um quadro linfoproliferativo, podendo originar linfomas monoclonais malignos. O EBV está associado ao Linfoma de Burkitt, carcinoma nasofanringeal. EBV está sendo consistentemente associado ao Linfoma de Hodgkin. A detecção do genoma viral indica a presença do EBV no espécime clínico investigado. O resultado do teste deve ser usado em conjunto com dados clínicos e outros marcadores laboratoriais (IgM e IgG anti-EBV) como um indicador prognóstico da doença e para seguimento de terapia. Deve-se considerar casos clínicos de linfoma. O resultado Não Detectado não exclui a possibilidade da presença de DNA EBV, pois este pode estar abaixo dolimite de detecção do teste.

MITOCONDRIA – ANTICORPO ANTI

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 2.0 mL

Método: Imunofluorescência Indireta

Volume Lab.: 2.0 mL

Rotina: 3ª e 5ª feira

Resultado: 6 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum não necessário. Refrigerar a amostra.

Código SUS: 0202030563

Código CBHPM: 4.03.06.35-6

Interpretação:
Uso: diagnóstico de cirrose biliar primária CBP).
A presença de anticorpos anti-mitocôndria (especialmente do tipo M2), está associada à cirrose biliar primária (CBP). Cerca de 90% dos pacientes com CBP e 25% dos que apresentam cirrose idiopática (deorigem desconhecida) ou hepatite crônica, tem reatividade para este anticorpo. Os títulos de anticorpos não têm associação com prognóstico ou severidade da doença. Outras condições podem estar associadas à presença destes anticorpos, como uso de cloropromazina ou halotano, cirrose criptogênica e hepatite ativa crônica, além de, mais raramente, em casos de obstrução biliar extra-hepática, hepatites por drogas ou virais, e câncer hepático. Cerca de 1% da população em geral podem apresentar reatividade para estes anticorpos. Dos pacientes com CBP que apresentam anticorpos anti-mitocôndria negativos, observa-se importante parcela com altos títulos de anticorpos antinucleares.

MIOCARDIO – ANTI

Material: soro

Sinônimo: Anticorpos anti-miocardio

Volume: 2,0 mL

Método: Imunofluorescencia indireta

Volume Lab.: 2,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 15 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Coletar soro.

Código SUS:

Código CBHPM: 0.00.00.00-0

Interpretação:
Valores aumentados: síndrome de Dressler, cardiomegalias, hipertensão sistêmica (associada a imunopatia autoimune), febre reumática aguda.

MICROALBUMINURIA – 24 HORAS

Material: urina 24 horas

Sinônimo: Microproteinúria 24 hroas

Volume: 20,0 mL

Método: Imunoturbidimetria

Volume Lab.: 20,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 7 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Volume colhido em 24 horas. Enviar uma alíquota de 20,0 mL junto com a informação do volume urinário. Não há necessidade de conservante. Exercícios físicos podem aumentar a excreção de albumina.

Código SUS: 0202050092

Código CBHPM: 4.03.11.17-1

MICROALBUMINURIA

Material: urina – amostra isolada

Sinônimo: Microproteinúria

Volume: 20.0 mL

Método: Imunoturbidimetria

Volume Lab.: 20.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48h

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Coletar amostra isolada. Exercícios físicos podem aumentar a excreção de albumina.

Código SUS: 0202050092

Código CBHPM: 4.03.11.17-1

Interpretação:
Uso: acompanhamento de diabetes mellitus.
Considera-se a presença de microalbuminúria quando a excreção urinária é maior que 30 mg/24 horas; níveismaiores que 300 mg/24 horas indicam a presença de macroalbuminúria.
A presença de microalbuminúria em diabéticos indica comprometimento renal; quando os níveis forem menores que 300 mg/24 horas é possível reverter ou retardar o prognóstico do dano renal.
Grandes volumes urinários em pacientes diabéticos podem causar resultados falsamente negativos. Nestes casos é aconselhável dosar os níveis de microalbumina, em amostras coletadas pela manhã, repetindo a análise com intervalo de 2 semanas.

MICOPLASMA/UREAPLASMA

Material: Secreção em meio de transporte R1

Sinônimo: Cultura de PPLO

Volume: Variável

Método: Isolamento em meios de cultura UREE-Arginine LYO 2

Volume Lab.: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 22 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Material: secreção vaginal/secreção uretral/urina.
Deixar o frasco de Mycoplasma R1 atingir a temperatura ambiente.
1.Secreção vaginal: colher com auxílio de swab estéril, posicionar o mesmo gentilmente mas com firmeza, evitar que entre em contato com a superfície do epitélio. É importante efetuar bem a raspagem da mucosa para coletar o maior número de células possível. 2. Secreção uretral: limpar a abertura da uretra com gaze ou algodão esterilizado. A seguir, introduzir com cuidado, um swab cerca de 2 cm, girando-o delicadamente. O espécime é recolhido pelo menos 2 horas após o paciente ter urinado.
Colocar imediatamente o material colhido com swab em meio de transporte Mycoplasma R1. Fazer certa agitação do swab no meio líquido de forma que o material se disperse; comprimir o swab nas paredes do tubo retirando todo excesso de líquido a fim de evitar perda do material; retirar o swab e descartá-lo; encaminhar o meio de transporte para posterior cultura em até 48 horas sob refrigeração.
3.Urina: colher em frasco estéril e recomenda-se estar pelo menos 2h sem urinar. Colocar imediatamente após a coleta, 200 ul da urina no Mycoplasma R1 e enviar para o laboratório sob refrigeração. Obs.: Nos casos em que há outros pedidos deixar a coleta para Mycoplasma por último ou penúltimo se houver pedido de Chlamydia.

Código SUS:

Código CBHPM: 4.03.10.20-5

Interpretação:
Uso: diagnóstico das uretrites e vaginites.
O Ureaplasma urealyticum e o Mycoplasma hominis são micoplasmas genitais.
O Ureaplasma urealyticum é responsável por alguns casos de uretrites, vaginites e prostatites, sendo isolado em aproximadamente 60% das mulheres sem sintomatologia (vagina e cérvix). É significativo como agente responsável por uretrites ou vaginites, quando os títulos forem iguais ou maiores que 10.000 UTC (unidadestransformadoras de cor).Uso: diagnóstico das uretrites e vaginites.
As culturas são consideradas clinicamente significativas quando os resultados são iguais maiores que 1000 UTC (unidades transformadoras de cor).

METIL ETIL CETONA

Material: urina do final da jornada de trabalho

Sinônimo:

Volume: 50 ml

Método: Cromatografia Gasosa

Volume Lab.: 50 ml

Rotina: 2ª 4ª 6 e feira

Resultado: 13 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Coletar urina de final de jornada de trabalho ou aleatória em frasco de coleta de urina limpo e sem aditivo. Após a coleta manter o frasco bem fechado e refrigerado. Para a determinação em plasma ou sangue total, coletar a amostra em tubo contendo fluoreto/oxalato e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM: 4.03.13.34-4

Interpretação:
Uso: indicador de avaliação das exposições ocupacionais.
A principal ação da metil etil cetona no organismo é a depressão do sistema nervoso central, produzindo narcose.

METANOL URINARIO

Material: urina do final da jornada de trabalho

Sinônimo: Álcool metilico (metanol)

Volume: 20.0 mL

Método: Cromatografia Gasosa

Volume Lab.: 20.0 mL

Rotina: 2ª 4ª 6 e feira

Resultado: 13 dias

Temperatura: Congelado

Coleta: Coletar urina de final de jornada de trabalho ou aleatória em frasco de coleta de urina limpo e sem aditivo. Enviar a amostra congelada para o laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM: 4.03.13.20-4

Interpretação:
Uso: avaliação da intoxicação por metanol (através de combustíveis, solventes, tintas, resinas, corantes, etc.).
Este álcool, muito mais tóxico que o etanol, é convertido a formaldeído e ácido fórmico, causando danos à retina (levando à cegueira), além de causar acidose metabólica.