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INSULINA

Material: Soro – Refrigerado

Sinônimo:

Volume: 2.0 mL

Método: ELISA

Volume Lab.: 2.0 mL

Rotina: 4ª feira

Resultado: 4 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Coletar em tubo sem anticoagulante, separar o soro e refrigerar.

Código SUS: 0202030520

Código CBHPM: 4.03.16.09-2

Interpretação:
Uso: avaliação de resistência insulínica em pacientes.
Os quadros de diabetes insulino dependentes ou Tipo I são caracterizados por secreção inadequada de insulina endógena. Este quadro é gerado pela destruição (geralmente seletiva) das células beta das ilhotas pancreáticas. A causa autoimune á cada vez mais confirmada por diferentes pesquisadores, e diferentes marcadores sorológicos têm sido apontados como marcadores da condição pré-diabética (estes marcadores não são considerados causais e sim epifenômenos de um evento imunológico celular). Além dos anticorpos anti-insulina, existem os anticorpos anti-ilhota, os GAD, e outros. A presença destes anticorpos em indivíduos que nunca tomaram insulina injetável (a insulina exógena) pode estar associada a maior risco relativo para o desenvolvimento de diabetes mellitus. Por outro lado, a presença destes anticorpos após o início de terapia insulínica pode estar associada à reação imune com a insulina exógena, seja de fonte animal ou até recombinante. Estes anticorpos podem em muitos casos estar associados à redução da atividade desta insulina (endógena ou exógena), dependendo da região antigênica para qual os anticorpos são dirigidos.

IMUNOCOMPLEXOS CIRCULANTES

Material: soro

Sinônimo: COMPLEXO IMUNE CIRCULANTE

Volume: 2.0 mL

Método: Enzimaimunoensaio

Volume Lab.: 2.0 mL

Rotina:

Resultado: 15 dia(s)

Temperatura: Congelado

Coleta: Coletar sangue sem anticoagulante, esperar retrair o coágulo. Centrifugar, separar o soro e enviar congelado.

Código SUS:

Código CBHPM: 0.00.00.00-0

Interpretação:
Uso: monitoramento da atividade do lupus eritematoso e artrite reumatóide.
Um grande número de doenças está associado aos imunocomplexos. A quantificação destes auxilia no controle de tratamento e monitoração da atividade das doenças.
Valores aumentados: lupus eritematoso, artrites reumáticas, algumas glomerulonefrites, doenças infecciosas (HBV, HIV), endocardites.

IGM

Material: soro

Sinônimo: IgM

Volume: 1.0 mL

Método: Imunoturbidimetria

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 6 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum no mínimo de 4h. Caso o exame não for realizado no mesmo dia congelar a amostra. Lipemia e hemólise podem atuar como interferentes.

Código SUS: 0202030180

Código CBHPM: 4.03.07.30-1

Interpretação:
Uso: avaliação da deficiência da imunidade humoral; diagnóstico e acompanhamento terapêutico da macroglobulinemia de Waldenstron.
Valores aumentados: infecções agudas.
Valores diminuídos: síndrome de Wiskott-Aldrich (ocorre aumento da síntese de IgA).

IGG

Material: soro

Sinônimo: IgG

Volume: 1.0 mL

Método: Imunoturbidimetria

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 6 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum no mínimo de 4h. Caso o exame não for realizado no mesmo dia congelar a amostra.

Código SUS: 0202030172

Código CBHPM: 4.03.07.28-0

Interpretação:
Uso: avaliação da deficiência da imunidade (humoral, congênita, adquirida ou transitória).
Valores aumentados: infecções crônicas, mieloma múltiplo.

IGFBP-3 – Proteina ligadora

Material: Soro Congelado

Sinônimo: IGFBP – 3, IGF- I tipo 3

Volume: 1,0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab.: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Congelado

Coleta: Para todas as idades jejum mínimo necessário de 3 horas.

Código SUS:

Código CBHPM: 4.03.05.40-6

Interpretação:
Uso: avaliação de várias situações clínicas (atraso no crescimento, acromegalia, estado nutricional).
A secreção de GH (hormônio do crescimento) flutua ao longo do dia, tendo uma meia vida de 15 a 20 minutos. As concentrações de IGFBP-3 têm uma variação diária muito pequena, podendo oferecer informação mais segura e útil. Os níveis de IGFBP-3 são menos dependentes da idade, sendo mais altos em crianças jovens que os níveis de IGF-1. Isto permite uma melhor diferenciação entre os níveis normais e subnormais. As dosagens de IGFBP-3 são úteis também para monitorar a eficácia do tratamento por deficiência de GH. Uma combinação das dosagens de IGFBP-3 e IGF-1 pode prover uma melhor avaliação quanto à avaliação de estatura baixa em crianças.
Valores aumentados: acromegalia.
Valores diminuídos: atraso no crescimento, estado nutricional.

IGF 1 – SOMATOMEDINA C

Material: soro

Sinônimo: SM – C (IGF-I)

Volume: 1,0 mL

Método: Quimioluminescência – CLIA

Volume Lab.: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 6 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum recomendado, mas não obrigatório.

Código SUS: 0202060322

Código CBHPM: 4.03.16.44-0

Interpretação:
O hormônio do crescimento estimula a produção do somatomedina ou IGF-1(fator de crescimento tipo insulina I) no fígado. Células ósseas e musculares também o produzem. Tanto o hormônio do crescimento quanto o IGF-1 são fundamentais para o crescimento e desenvolvimento dos tecidos e órgãos humanos.

Sua dosagem é utilizada para o diagnóstico de baixa estatura e também é um índice de a nutrição. Também é utilizado no diagnóstico de acromegalia (diagnóstico como na monitoração terapêutica), avaliação de hipopituitarismo e lesões hipotalâmicas em crianças, resposta a terapia.

Níveis elevados: durante os disparos de crescimento na puberdade

Níveis baixos: ocorrem na infância e na velhice, e em pacientes com deficiência do hormônio de crescimento (nanismo hipofisário).

Níveis não detectáveis concomitantes com níveis elevados de GH são característicos da síndrome de Laron.

IGE TOTAL

Material: soro

Sinônimo: IgE sérico

Volume: 1.0 mL

Método: Imunológico não competitivo

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 5 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum no mínimo de 4h. Caso o exame não for realizado no mesmo dia refrigerar a amostra.
OBS: Em casos especiais poderá ser coletado pela manhã sem estar em jejum. A tarde após o almoço não poderá ser coletado devido a eventual lipemia.

Código SUS: 0202030164

Código CBHPM: 4.03.07.27-1

Interpretação:
Uso: avaliação de processos alérgicos (asma, rinite, dermatite); acompanhamento de parasitoses intestinais.
A imunoglobulina E é uma classe de anticorpos que medeia uma variedade de reações de hipersensibilidade, por degranulação de basófilos e mastócitos. A presença de IgE específica para determinado alérgeno, em quantidades superiores ao referencial, pode estar associada a um aumento de risco relativo para o desenvolvimento de sintomas de hipersensibilidade mediada por IgE, principalmente em indivíduos atópicos. Nos processos alérgicos, predominam os sintomas alimentares na infância e os respiratórios no adulto.
Valores aumentados: bronquites, mieloma, síndrome de hiper IgE, aspergilose, filariose pulmonar, síndrome de Wiskott-Aldrch.

IgE RAST (I6) – Barata

Código: I6N

Material: Soro

Sinônimo: IgE Específico para Barata Doméstica

Volume: 3mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab.: 3mL

Rotina: Diária

Resultado: 3 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum de 4 horas.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação: IgE ESPECÍFICOS E MÚLTIPLOS: usado no diagnóstico de alergias respiratórias, cutâneas, a alimentos, picada de insetos, ácaros, pólen, pó domiciliar e na hipersensibilidade a drogas. Não há a interferência de anti-histamínicos. Podem ser realizados IgE múltiplos para vários alérgenos de forma conjunta. O Sistema
immunoCap (fluoroimunoensaio) apresenta maior sensibilidade analítica, utilizando padrões de IgE da Organização Mundial de Saúde, o que lhe confere maior reprodutibilidade. Até 15% de indivíduos saudáveis,
não atópicos, podem apresentar resultados de IgE específicos positivos. O grau de positividade do IgE múltiplo não pode ser comparado com os resultados de um teste IgE específico isolado, e não deve ser interpretado como cumulativo do grau de positividade de cada um dos IgE específicos.

IGE RAST (I4) – VENENO DE MARIBONDO

Material: soro

Sinônimo: Vespa do papel, vespa comum, Polistes spp

Volume: 1.0 mL

Método: Fluorescência Enzimática (FEIA)/Immunocap

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: 2ª,4ª,6ª feira

Resultado: 8 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum de 4h ou conforme orientação médica. Se o exame não for realizado no mesmo dia congelar a amostra.

Código SUS: 1106206-1

Código CBHPM: 4.03.07.25-5

Interpretação:

IgE RAST (I1) – Abelha

Código: I1N

Material: Soro

Sinônimo: IgE Específico para Veneno de Abelha

Volume: 3mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab.: 3mL

Rotina: Diária

Resultado: 3 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum de 4 horas.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação: IgE ESPECÍFICOS E MÚLTIPLOS: usado no diagnóstico de alergias respiratórias, cutâneas, a alimentos, picada de insetos, ácaros, pólen, pó domiciliar e na hipersensibilidade a drogas. Não há a interferência de anti-histamínicos. Podem ser realizados IgE múltiplos para vários alérgenos de forma conjunta. O Sistema
immunoCap (fluoroimunoensaio) apresenta maior sensibilidade analítica, utilizando padrões de IgE da Organização Mundial de Saúde, o que lhe confere maior reprodutibilidade. Até 15% de indivíduos saudáveis,
não atópicos, podem apresentar resultados de IgE específicos positivos. O grau de positividade do IgE múltiplo não pode ser comparado com os resultados de um teste IgE específico isolado, e não deve ser interpretado como cumulativo do grau de positividade de cada um dos IgE específicos.