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HPV, PCR (DETECÇÃO E GENOTIPAGEM)

Código: HPV

Material: Variável

Sinônimo:

Volume: Variável

Método:  PCR + RFLP

Volume Lab.: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 3 dias.

Temperatura: Refrigerado.

Coleta: Os pacientes devem estar a pelo menos 5 dias sem utilização de medicação tópica, 3 dias de abstinência sexual e 5 dias da procedimentos médicos, como US trans-vaginal, trans-retal, toque ou colposcopia, etc. Não realizar assepsia tanto em locais externos como internos, pelo menos com 18 horas de antecedência. Conservar sob refrigeração após a coleta. Se houver pedido concomitante de citologia cérvido-vaginal pelo método de Papanicolaou, a citologia deverá ser coletada em primeiro lugar, sendo que não se deve utilizar lubrificantes para a introdução do espéculo. Se testes como Schiller ou aplicação de ácido acético tiver que ocorrer durante a colposcopia, deverão ser realizados após a coleta para HPV.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação:O Papilomavírus Humano (HPV) é um importante agente patogênico para o homem, sendo caracterizados, até o momento, mais de 73 genótipos diferentes. A principal via de transmissão é a sexual, e o vírus apresenta tropismo celular específico para as células escamosas epiteliais, estando associado a lesões proliferativas do epitélio escamoso, que podem ser cutâneas ou envolver a mucosa do epitélio na orofaringe, esôfago e trato genital. O HPV foi identificado como agente causador de diferentes lesões proliferativas epiteliais, tais como verrugas plantares e palmares, condiloma acuminata, papiloma laríngeo, epidermodisplasia verruciforme e câncer genital, merecedor de maior atenção por seus aspectos preveníveis, através de exames simples de detecção das lesões precursoras. Existem mais de vinte tipos de HPV que têm demonstrado predisposição para infecções genitais

HOMOCISTEINA

Código: HOM

Material: Soro

Sinônimo: Homocisteína Total

Volume: 1mL

Método:  Quimioluminescência

Volume Lab.: 1mL

Rotina: Diária

Resultado: 2 dias.

Temperatura: Refrigerado.

Coleta: Jejum mínimo de 4 horas. Lactantes podem coletar antes da próxima mamada.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação: A homocisteína é um aminoácido que o seu corpo produz a partir de outro aminoácido chamado metionina. Você pode obter a partir de metionina muitos dos alimentos densos em proteína que você comer habitualmente, como ovos, laticínios, peixes e carnes. Normalmente, a homocisteína encontrada no seu sangue é convertida em duas substâncias chamadas SAMe (S-adenosil metionina) e glutationa. Ambos SAMe e glutationa tem efeitos de promoção à saúde. Especificamente, a SAMe ajuda a prevenir a depressão, artrite e lesões no fígado. A glutationa é um poderoso antioxidante e agente desintoxicante que ajuda a retardar o envelhecimento. Dito de outra maneira, seu corpo precisa dessa transformação química – a  conversão eficiente de homocisteína em SAMe e glutationa. Quando seu corpo não converte eficientemente a homocisteína em SAMe e glutationa, a quantidade de homocisteína sanguínea  aumenta.

 

HLA B27

Material: Sangue total c/ EDTA – Biomol

Sinônimo: Detecção por PCR do HLA B27, histocompatibilidade

Volume: 5,0 mL

Método: PCR em Tempo Real – Sistema Sybr Green

Volume Lab.: 5,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 11 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Enviar 1 tubo de sangue total com EDTA. Não coletar em véspera e feriado e final de semana.

Código SUS:

Código CBHPM: 4.03.06.88-7

Interpretação:
A identificação do perfil HLA serve como marcador diagnóstico de algumas doenças como, por exemplo, a Espondilite Anquilosante (EA) que apresenta um grande número de indivíduos positivos para o Locus B* 27. A obtenção de um resultado positivo não indica a confirmação da doença sendo este marcador utilizado apenas como recurso diagnóstico naqueles pacientes com achados clínicos e radiológicos sugestivos da doença. A EA é um tipo de inflamação dos tecidos conectivos, que por vezes é responsável por uma inflamação das articulações da coluna e grandes articulações, como os quadris, ombros e outras regiões. A doença não possui cura, mas com tratamento precoce, pode ser controlada. Em estágios mais avancados, a EA pode atingir todos os segmentos vertebrais, causando limitação dos movimentos e invalidez. Ocorre lesão das articulações sinoviais e dos ligamentos adjacentes às vértebras, especialmente nos pontos de inserção. As vantagens da PCR sobre a citometria de fluxo incluem interpretação objetiva e maior especificidade (a citometria de fluxo pode apresentar reação cruzada com o HLA-B7, HLA-B37 e HLA-B39).

HIV 1/2, ANTI – Elisa

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Eletroquimioluminescência e Quimioluminescência (CMIA)

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 6 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum recomendado, mas não obrigatório.

Código SUS: 1106401-3

Código CBHPM: 0.00.00.00-0

Interpretação:
O agente etiológico da síndroma da imunodeficiência adquirida (AIDS) é identificado como vírus da imunodeficiência humana (HIV).

Os anticorpos anti-VIH estão presentes nos doentes infectados pela AIDS e nos indivíduos assintomáticos infectados pelo HIV.

Após a penetração do vírus na célula por fusão com a membrana, o core viral se desintegra e o HIV transcreve o seu RNA em DNA através da transcriptase reversa. O DNA viral pode permanecer no citoplasma ou integrar-se ao genoma da célula, sob forma de pró-vírus, latente por tempo variável, replicando toda vez que a célula entra em divisão. A estratégia de sobrevivência do vírus HIV é a capacidade de multiplicação rápida e a capacidade de sofrer mutações, assim consegue desviar do sistema imunológico.

Associados à infecção HIV ocorrem doenças oportunistas (pneumocistose, toxoplasmose, candidíase), neoplasias (sarcoma de Kaposi, linfomas B) e complexo demencial.

Transmissão: contato sexual, exposição a sangue ou hemoderivados contaminados, infecção pré-natal do feto ou infecção perinatal do recém-nascido de mãe infectada.

HERPES SIMPLES I / II IgG

Material: soro

Sinônimo: Herpes Simples tipo 1 e2 – Anticorpos IgG

Volume: 1,0 mL

Método: Quimioluminescência – CLIA

Volume Lab.: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 7 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum necessário.

Código SUS: 0202030849

Código CBHPM: 4.03.07.08-5

Interpretação:
Herpes vírus de tipo 1: infecta as membranas mucosas do olho, a boca e as junções mucocutâneas da face, e é também uma das causas mais comuns de encefalite esporádica grave nos adultos.
Herpes vírus de tipo 2: associado com lesões genitais mucocutâneas; o herpes genital.
***Os testes não distinguem tipo 1 do tipo 2.

Uma vez que ocorre a infecção, o HSV persiste num estado latente nos gânglios sensoriais, de onde ele pode reemergir e causar a recorrência periódica da infecção induzida por vários estímulos, os que podem ou não resultar em lesões clínicas.

Imunocomprometidos: estão mais susceptíveis a recorrências frequentes da infecção por HSV.

Gestantes: as que adquirem o herpes genital ficam de duas a três vezes mais susceptíveis de terem abortos espontâneos ou parto prematuro que as mulheres grávidas não infectadas.
Se as lesões por herpes estiverem presentes durante o parto, de 40% a 60% dos recém-nascidos são afetados pela doença.

Idade 5 anos: 35% das crianças possuem anticorpos anti-HSV
Idade de 25 anos: 80% dos adultos possuem anticorposo anti-herpes vírus.

Dado que o HSV-1 e o HSV-2 apresentam antígenos comuns, os anticorpos dirigidos contra um tipo de vírus podem dar reações cruzadas com o outro tipo.

IgM (HER1M): a primeira resposta imunológica humoral à infecção é a síntese de anticorpo IgM
anti-HSV, que alcança níveis detectáveis uma semana após a infecção. A presença de IgM indica infecção recente ou recorrente.

IgG (HER1G): aparece duas ou três semanas após a infecção primária, mas os níveis podem cair gradualmente no decorrer de alguns meses. Indica exposição passada ao vírus da Herpes.

Em geral, a doença recorrente não é acompanhada por um aumento do título de anticorpos.

É útil no diagnóstico de infecção recente ,primária ou recorrente, por herpes vírus na presença de soroconversão para anti-HSV-1 ou anti-HSV-2 em amostras coletadas em sequência.

HERPES SIMPLES – I / II IgM

Material: soro

Sinônimo: Herpes Simples tipo 1 e 2 – Anticorpos IgM

Volume: 1.0mL

Método: Quimioluminescência – CLIA

Volume Lab.: 1.0mL

Rotina: Diária

Resultado: 7 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum necessário.

Código SUS: 0202030954

Código CBHPM: 4.03.07.09-3

Interpretação:
Herpes vírus de tipo 1: infecta as membranas mucosas do olho, a boca e as junções mucocutâneas da face, e é também uma das causas mais comuns de encefalite esporádica grave nos adultos.
Herpes vírus de tipo 2: associado com lesões genitais mucocutâneas; o herpes genital.

***Os testes não distinguem tipo 1 do tipo 2.

Uma vez que ocorre a infecção, o HSV persiste num estado latente nos gânglios sensoriais, de onde ele pode reemergir e causar a recorrência periódica da infecção induzida por vários estímulos, os que podem ou não resultar em lesões clínicas.

Imunocomprometidos: estão mais susceptíveis a recorrências frequentes da infecção por HSV.

Gestantes: as que adquirem o herpes genital ficam de duas a três vezes mais susceptíveis de terem abortos espontâneos ou parto prematuro que as mulheres grávidas não infectadas.
Se as lesões por herpes estiverem presentes durante o parto, de 40% a 60% dos recém-nascidos são afetados pela doença.

Idade 5 anos: 35% das crianças possuem anticorpos anti-HSV
Idade de 25 anos: 80% dos adultos possuem anticorposo anti-herpes vírus.

Dado que o HSV-1 e o HSV-2 apresentam antígenos comuns, os anticorpos dirigidos contra um tipo de vírus podem dar reações cruzadas com o outro tipo.

IgM (HER1M): a primeira resposta imunológica humoral à infecção é a síntese de anticorpo IgM
anti-HSV, que alcança níveis detectáveis uma semana após a infecção. A presença de IgM indica infecção recente ou recorrente.

IgG (HER1G): aparece duas ou três semanas após a infecção primária, mas os níveis podem cair gradualmente no decorrer de alguns meses. Indica exposição passada ao vírus da Herpes.

Em geral, a doença recorrente não é acompanhada por um aumento do título de anticorpos.

É útil no diagnóstico de infecção recente ,primária ou recorrente, por herpes vírus na presença de soroconversão para anti-HSV-1 ou anti-HSV-2 em amostras coletadas em sequência.

HEPATITE DELTA (HEPATITE D), ANTI

Material: plasma com EDTA

Sinônimo: Hepatite D; delta

Volume: 4,0 mL

Método: PCR em Tempo Real

Volume Lab.: 4,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 15 dias

Temperatura: Congelado

Coleta: Coletar um tubo de sangue total com EDTA, centrifugar e enviar o plasma congelado em tubo de transporte.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:
Trata-se de um vírus RNA defectivo, sem envelope próprio, cuja principal característica é utilizar o envelope do vírus da hepatite viral crônica B, tornando viável a sua sobrevivência e replicação. O vírus se dissemina por via parenteral e sexual, podendo ser transmitido ao mesmo tempo em que se transmite o vírus da hepatite viral crônica B, ou ainda, comumente, superinfectar portadores do VHB. A principal consequência clinica da infecção aguda pelo VHD em portadores do VHB é a tendência a forma fulminante da doença, visto que o individuo já pode ter algum comprometimento da reserva funcional hepática e, quando superinfectado, descondensará a sua doença. O paciente cronicamente infectado pelo VHD tenderá a evoluir mais gravemente, com desenvolvimento mais acelerado de cirrose hepática. Recomenda-se que os pacientes portadores de HBsAg em áreas endêmicas, assim como aqueles que tenham historia de viagens ou residência prévia nestas regiões sejam rastreados para o anti-HDV IgG ou total. Caso reagente, a confirmação pode ser feita pela reação em cadeia da polimerase (PCR) que detecta o RNA do virus da hepatite D.

HEPATITE D, ANTICORPO IgM

Código: HDV2

Material: Soro

Sinônimo: ANTI DELTA IGM

Volume: 2mL

Método: Enzimaimunoensaio

Volume Lab.: 2mL

Rotina: Diária

Resultado: 10 dias.

Temperatura: Refrigerado.

Coleta: Coletar pela manhã em jejum mínimo de 4 horas. Lactentes podem coletar imediatamente antes da próxima coleta.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação: A hepatite D é produzida por um vírus RNA incompleto, que necessita do envoltório do HBV para produzir a sua expressão viral (antígeno delta no interior viral, recoberto por HbsAg, ou uma sobreinfecção onde pacientes já infectados pelo HBV contraem infecção pelo HDV), normalmente adquirido como uma co-infecção com o HBV.A sobreinfecção geralmente ( 95%) evolui para cronicidade. A associação do HBV e o HDV tem uma alta relação com quadro de hepatite viral fulminante e câncer hepático. Na doença crônica alguns anticorpos se destacam, como o anti-LKM (anticorpos microssomais do Fígado e dos Rins). Os anticorpos do isotipo IgM definem o quadro de infecção recente pelo HDV. Tanto os anticorpos do isotipo IgG como IgM podem aparecer tardiamente na co-infecção, podendo levar de 5 a 7 semanas para serem detectados. 

HEMOGRAMA COMPLETO

Material: Sangue total com EDTA

Sinônimo: Hematológico

Volume: 5.0 mL

Método: Resistividade – impedância – colorimétrica (medidas eletrônicas e físicas)

Volume Lab.: 5.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 2 dias

Temperatura: Temperatura Ambiente

Coleta: Jejum não obrigatório. Para amostras encaminhadas via labex, é obrigatório o envio de pelo menos duas laminas com extensão sanguínea e sem coloração. Coletar sangue total com EDTA, a estabilidade da amostra para ser enviada de outros laboratórios é de 48 horas.

Código SUS: 0202020380

Código CBHPM: 4.03.04.36-1

Interpretação:
Uso: avaliação clínica geral; avaliação e diagnóstico de anemias, policitemias, aplasias medulares, processos infecciosos, leucemias/leucoses, trombocitose e trombocitopenia.
O hemograma é uma das análises mais utilizadas na prática médica, pois seus dados gerais permitem uma avaliação extensa da condição clínica do paciente. Embora não seja um teste extremamente sensível e específico para determinadas patologias, pode ser encarado como um sinal e/ou sintoma, integrante da avaliação inicial do paciente. No hemograma são avaliadas as três séries celulares componentes do sangue: eritrócitos, leucócitos e plaquetas, compondo o eritrograma, leucograma e plaquetograma.
No eritrograma, são contados os eritrócitos, são medidas as concentrações de hemoglobina e hematócrito, são determinados os índices hematimétricos (volume celular médio, concentração de hemoglobina corpuscular média, hemoglobina corpuscular média), além da determinação do RDW, que indica a variação do tamanho dos eritrócitos.
No leucograma, os leucócitos são contados em termos gerais, sendo classificados em uma contagem relativa em diferentes populações (neutrófilos, basófilos, eosinófilos, linfócitos, monócitos), segundo suas características citológicas.
No plaquetograma, as plaquetas são contadas e seu tamanho médio e variações de volume são determinados (MPV e PDW).
Todas estas análises são seguidas por microscopia após coloração para avaliação das características e/ou alterações morfológicas de cada série. Estes dados em conjunto permitem indicativos diagnósticos que, quando cruzados com outros dados e/ou resultados, são de extrema importância clínica.

HEMOGLOBINA GLICOSILADA

Material: Sangue total com EDTA

Sinônimo: Hemoglobina glicosilada, Glicohemoglobina, Hb A1

Volume: 5.0 mL

Método: Cromatografia Liquida de Alta Performance – HPLC

Volume Lab.: 5.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Temperatura Ambiente

Coleta: Jejum não necessário. Coletar sangue total com EDTA

Código SUS: 0202010503

Código CBHPM: 4.03.02.73-3

Interpretação:
Uso: monitoramento de controle glicêmico diabético.
Um novo modo de se olhar o controle do diabetes e obtido através do valor de hemoglobina glicosilada é o da transformação de seus valores em glicemia media estimada (GEM).
A hemoglobina glicosilada, Hemoglobina glicada ou A1c reflete o controle glicêmico, nos últimos 3 meses e tem sido o padrão universal de referencia no controle do diabetes, sendo que, segundo a maior parte dos consensos mundiais, o valor de 7% é o que define o bom controle e avalia o risco do desenvolvimento das complicações microvasculares do diabetes a longo prazo.
Recentemente foi realizado um estudo chamado ADAG, que seguindo mais de 500 pacientes com diabetes (em 10 centros médicos no mundo) e avaliando as medidas de glicemias obtidas através de ponta de dedo ( 7 vezes por dia) e também outras obtidas com o uso de sensores subcutâneo de glicose (em torno de 280 medidas de glicose/por paciente/ao dia), comparou-as as medidas da Hemoglobina glicosilada, dosadas à cada três meses.
Por exemplo, que para um valor de A1c de 7 % corresponde uma Glicemia Media Estimada de 154 mg/dl, mesmo que as suas glicemias de jejum estiveram na maior parte das vezes, por exemplo, entre 90 a 140 mg/dl.