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GLICOSE

Material: plasma fluoretado

Sinônimo: Glicemia

Volume: 1.0 mL

Método: Enzimático/automatizado

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 2 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum obrigatório de 8 horas. Coletar plasma fluoretado.

Código SUS: 0202010473

Código CBHPM: 4.03.02.04-0

Interpretação:
Uso: diagnóstico e acompanhamento de diabetes mellitus ou condições hiperglicêmicas; diagnóstico de condições que levam a processos de hipoglicemia.
A glicose é a fonte energética primária do organismo. O tecido nervoso depende exclusivamente desta molécula como fonte energética (não é capaz de estocar carboidratos, nem transformá-lo a partir de outras fontes), portanto a concentração de glicose é crítica na manutenção da capacidade vital. A maioria dos carboidratos ingeridos ocorre na forma de glicogênio ou amido. As amilases são encarregadas de digerir esta forma polimérica, que é posteriormente metabolizada por outras enzimas específicas, para a produção de açúcares na forma de monossacarídeos. Os açúcares são absorvidos no intestino e transportados ao fígado, para posterior conversão em glicose.
A glicose, ao entrar na célula, é decomposta a dióxido de carbono e água, com liberação de energia, através de três diferentes vias enzimáticas (dependendo do tipo celular e do seu status bioquímico). O organismo depende da manutenção dos níveis extracelulares de glicose em uma faixa relativamente estreita, o que é conseguido a partir da ação de um mecanismo multiorgânico e relativamente complexo, envolvendo a transformação de compostos em glicose, sua estocagem na forma de glicogênio e a decomposição de glicogênio em glicose funcional. A insulina e o glucagon são compostos chave na manutenção deste equilíbrio, assim como outras substâncias endócrinas.
Valores aumentados: diabetes mellitus (primária ou secundária, insulino dependente ou não insulino dependente), diabetes gestacional, ausência de jejum, estados de stress, injeções de adrenalina, feocromocitoma, choque, anestesia, pancreatite aguda, infarto agudo do miocárdio, dano cerebral, acidentes vasculares cerebrais, trauma, doença de Cushing, acromegalia, glucagonoma, uso de medicamentos (corticosteróides, estrogênios, álcool, fenitoína, diuréticos tiazídicos, propanolol), hipervitaminose A crônica.
Valores diminuídos: hipoglicemia reativa pós-prandial, pancreatites, insulinomas, hipoglicemia autoimune, neoplasias, hipopituitarismo, doença de Addison, hipotireoidismo, prematuridade, recém-nato de mãe diabética, doenças enzimáticas hereditárias, desnutrição, alcoolismo, uso de medicamentos (insulina, sulfoniluréia, etc).

GLIADINA IGM – ANTICORPO ANTI

Material: soro

Sinônimo: Anticorpos anti glúten

Volume: 2.0mL

Método: FEIA

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: 3ª e 5ª feira

Resultado: 20 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum não obrigatório. Não colher próximo as refeições. Lipemia e hemólise podem atuar como interferentes.

Código SUS: 0202031187

Código CBHPM: 4.03.06.30-5

Interpretação:
Uso: diagnóstico de doença celíaca.
È um teste confiável para avaliação da doença celíaca assintomática em crianças pré-púberes com pequena estatura.
A doença celíaca resulta da intolerância ao glúten, evidenciada pela atrofia da vilosidade do intestino, subseqüente a uma absorção ruim e uma nutrição deficiente. Os sintomas clássicos incluem: diarréia, perda de peso, dor e distensão abdominal, fadiga, ulceração oral, pequena estatura, puberdade tardia, artrites.Em doença celíaca, anticorpos IgG são mais sensíveis que os anticorpos IgA, mas este último (IgA) é mais específico que IgG. Os níveis de anticorpos IgA decrescem com a dieta livre de glúten.
Ensaio ( teste ) Especificidade Sensibilidade
Anti gliadina IgG 78% 88%
Anti gliadina IgA 86% 52%
Anti endomísio 100% 100%
Anti transglutaminase 98% 90-95%

GLIADINA – IgG – ANTICORPO ANTI

Material: soro

Sinônimo: Anticorpos anti glúten

Volume: 2.0mL

Método: FEIA

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: 3ª e 5ª feira

Resultado: 6 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum não obrigatório. Não colher próximo as refeições. Lipemia e hemólise podem atuar como interferentes.

Código SUS: 0202031187

Código CBHPM: 4.03.06.31-3

Interpretação:
Uso: diagnóstico de doença celíaca.
È um teste confiável para avaliação da doença celíaca assintomática em crianças pré-púberes com pequena estatura.
A doença celíaca resulta da intolerância ao glúten, evidenciada pela atrofia da vilosidade do intestino, subseqüente a uma absorção ruim e uma nutrição deficiente. Os sintomas clássicos incluem: diarréia, perda de peso, dor e distensão abdominal, fadiga, ulceração oral, pequena estatura, puberdade tardia, artrites.Em doença celíaca, anticorpos IgG são mais sensíveis que os anticorpos IgA, mas este último (IgA) é mais específico que IgG. Os níveis de anticorpos IgA decrescem com a dieta livre de glúten.
Ensaio ( teste ) Especificidade Sensibilidade
Anti gliadina IgG 78% 88%
Anti gliadina IgA 86% 52%
Anti endomísio 100% 100%
Anti transglutaminase 98% 90-95%

GLIADINA – IgA – ANTICORPO ANTI

Material: soro

Sinônimo: Anticorpos anti glúten

Volume: 2.0mL

Método: FEIA

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: 3ª e 5ª feira

Resultado: 6 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum não obrigatório. Não colher próximo as refeições. Lipemia e hemólise podem atuar como interferentes.

Código SUS: 0202031187

Código CBHPM: 4.03.06.30-5

Interpretação:
Uso: diagnóstico de doença celíaca.
È um teste confiável para avaliação da doença celíaca assintomática em crianças pré-púberes com pequena estatura.
A doença celíaca resulta da intolerância ao glúten, evidenciada pela atrofia da vilosidade do intestino, subseqüente a uma absorção ruim e uma nutrição deficiente. Os sintomas clássicos incluem: diarréia, perda de peso, dor e distensão abdominal, fadiga, ulceração oral, pequena estatura, puberdade tardia, artrites.Em doença celíaca, anticorpos IgG são mais sensíveis que os anticorpos IgA, mas este último (IgA) é mais específico que IgG. Os níveis de anticorpos IgA decrescem com a dieta livre de glúten.
Ensaio ( teste ) Especificidade Sensibilidade
Anti gliadina IgG 78% 88%
Anti gliadina IgA 86% 52%
Anti endomísio 100% 100%
Anti transglutaminase 98% 90-95%

GIARDIA (PESQUISA)

Material: fezes

Sinônimo:

Volume: 5.0g

Método: ELISA

Volume Lab.: 5.0g

Rotina: 2º, 4º e 6º feira

Resultado: 7 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Frasco estéril.

Código SUS:

Código CBHPM: 4.03.06.89-5

Interpretação:
Uso: diagnóstico de infecção por Giardia lamblia.
O quadro de giardíase está clinicamente associado à diarréia crônica, flatulência, anorexia, déficit ponderal, ausência de febre e presença de trofozoítos e cistos nas fezes. É uma infecção comum no mundo todo, ocorrendo por transmissão fecal-oral (pode estar associada a surtos alimentares ou por contaminação da água). Sua prevalência no Brasil é grande, em especial entre crianças de famílias de menor poder aquisitivo e/ou internadas em creches.
O diagnóstico desta parasitose é por vezes difícil, uma vez que em processos diarréicos são liberados trofozoítos menos resistentes, e por vezes a emissão de cistos é pequena ou até ausente em certos períodos (“janelas negativas”). Desta forma, resultados negativos em exames parasitológicos de fezes não excluem a possibilidade de giardíase. O teste de Elisa para antígenos de Giardia sp nas fezes aumenta consideravelmente a sensibilidade do diagnóstico, com natural vantagem na instituição terapêutica e controle dos doentes.

GH BASAL – Hormonio do Crescimento

Código: HGHC

Material: Soro

Sinônimo: HGH, GH, Hormônio do Crescimento

Volume: 1mL

Método:  Quimioluminescência

Volume Lab.: 1mL

Rotina: Diária

Resultado: 2 dias.

Temperatura: Refrigerado.

Coleta: Coletar pela manhã em jejum mínimo de 4 horas. Lactentes podem coletar imediatamente antes da próxima mamada. Paciente deve repousar por 30 minutos antes da coleta.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação: De produção hipofisária, atua no crescimento por sulfatação das somatomedinas. Tem um feed back positivo pelo GRF hipotalâmico e negativo pela somatostatina. Os resultados metabólicos, dependem do balanço da atividade do GH e das somatomedinas, principalmente da IgF-1 (Somatomedina C), que atuam como co-fatores de crescimento dos ossos e também das células somáticas. No metabolismo ósseo promove o crescimento dos ossos e das cartilagens, fixando o fósforo e promovendo hipercalciúria. No metabolismo lipídico tem função lipolítica e remoção das gorduras, produzindo um aumento sérico dos ácidos graxos. No metabolismo da glicose, promove glicogenólise com aumento da glicemia e na gliconeogênese diminui a utilização da glicose do sangue periférico. Tem um efeito anabolizante com aumento da síntese protéica, principalmente produzindo mais colágeno, com conseqüente aumento da excreção da hidroxiprolina. Pode ser utilizado no diagnóstico de distúrbios do crescimento, quando associado ao exame radiográfico para estudo da idade óssea. Pode ser indicado para o diagnóstico etiológico-laboratorial dos níveis de GH, da sua secreção nictemeral, com testes de estimulação de sua secreção e a dosagem do IGF-1 e da IGFPB-3.

 

Gh após Clonidina(4-5 doses)

Material: Soro Congelado

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 7 dias

Temperatura: Congelado

Coleta: O exame compreende dosagens seriadas de hormônio de crescimento (basal e após estímulo com clonidina). A duração-padrão do teste é de 2 horas ou de acordo com a solicitação médica. Exames de imagem devem ser agendados em outro dia ou antes da prova. Jejum minímo de oito horas. Punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar a amostra basal. Administrar Clonidina via oral 0,1 mg/m2. Coletar amostras de soro nos tempos 30, 60, 90 e 120 minutos. Dosar HGH em todas as amostras. Cálculo para dosagem do medicamento :Superficie corporal=((Peso x 4)+7)/(Altura +90). Comprimido de Clonidina 0,100 mg (1 comp.) para cada 1,0 m2 de superfície corporal. Enviar amostras congeladas. Este exame é realizado somente com solicitação médica e a partir de 2 anos de idade e peso acima de 12 kg. É necessário estar acompanhado para a realização deste exame e pacientes menores de 18 anos deverão vir acompanhados de um responsável legal. Menores de 14 anos devem realizar o exame preferencialmente até as 8 horas da manhã, para que não fiquem muito tempo em jejum. O cliente não deve usar laxantes na véspera do exame. O cliente não deve marcar compromissos inadiáveis após a prova, pois o medicamento utilizado pode causar sonolência. Crianças precisam permanecer em repouso depois do exame, não devendo ir à escola nem praticar natação ou outros esportes no restante do dia. Adultos não podem dirigir nem realizar atividades que exijam maior concentração ou coordenação motora ao longo do dia. Contra-indicações: o exame é contra-indicado para clientes com hipersensibilidade conhecida à clonidina, portadores de bradiarritmia grave por doença do nó sinusal, bloqueio atrioventricular de segundo e terceiro graus e indivíduos com bradicardia com freqüência inferior a 50 batimentos por minuto.

Código SUS: 0202060225

Código CBHPM: 4.03.16.20-3

Interpretação:
Uso: Suspeita de deficiência de GH. Avaliação da baixa estatura.
O teste é considerado normal, quando o GH for maior que 10 ng/mL em qualquer tempo da curva.
São considerados pacientes com deficiência de GH, aqueles que apresentarem no mínimo dois testes de estímulos diferentes, com picos inferiores a 10 ng/mL

GAMA GT – GAMA GLUTAMIL TRANSFERASE

Material: soro

Sinônimo: GGT, gama GT, Gama glumatil transpeptidase

Volume: 1.0 mL

Método: Enzimático

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 3 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum obrigatório. Suspender medicamentos a base de fenitoína, fenobarbital e acetaminofen.

Código SUS: 0202010465

Código CBHPM: 4.03.01.99-0

Interpretação:
Uso: diagnóstico de doenças obstrutivas hepáticas (especialmente nos casos onde a fosfatase alcalina está basalmente elevada nos idosos, crianças, gestantes e acometidos por patologias ósseas, por exemplo); marcador auxiliar de alcoolismo crônico.
A gama glutamil transferase (gama GT) é uma enzima envolvida na transferência de um resíduo gama glutamil de alguns peptídeos para outros compostos (água, aminoácidos e outros peptídeos menores). Fisiologicamente, está envolvida na síntese protéica e peptídica, regulação dos níveis teciduais de glutation e transporte de aminoácidos entre membranas.
É encontrada em vários tecidos: rins, cérebro, pâncreas e fígado (quase a totalidade da gama GT corpórea está presente nos hepatócitos). No fígado, esta enzima está localizada nos canalículos das células hepáticas e particularmente nas células epiteliais dos ductos biliares. Devido a esta localização característica, a enzima aparece elevada em quase todas as desordens hepatobiliares, sendo um dos testes mais sensíveis no diagnóstico destas condições. Nas células do parênquima hepático, a enzima é localizada tipicamente no retículo endoplasmático liso, estando sujeita a indução microssomal hepática e fazendo dela um marcador sensível a agressões hepáticas induzidas por medicamentos e álcool.
Devido aos efeitos do consumo de álcool nos níveis de gama GT, aceita-se este como um marcador sensível de alcoolismo crônico (embora não seja um marcador específico), especialmente quando seus aumentos não são acompanhados de aumentos similares de outras enzimas hepáticas. Portanto, sua determinação parece mais efetiva no monitoramento do tratamento de indivíduos já diagnosticados. Os níveis de gama GT usualmente retornam ao normal após 15-20 dias da cessação da ingestão alcoólica, podendo elevar-se em curto prazo se a ingestão alcoólica é retomada.
Valores aumentados: doenças hepáticas em geral (hepatites agudas e crônicas, carcinomas, cirrose, colestase, metástases etc.), pancreatites, infarto agudo do miocárdio, lupus eritematoso sistêmico, obesidade patológica, hipertireoidismo, estados pós-operatórios, carcinoma de próstata, uso de medicamentos hepatotóxicos ou capazes de ativar indução enzimática (barbituratos, fenitoína, antidepressivos tricíclicos, acetaminofen).