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CURVA GLICEMICA

Código: CGC

Material: Plasma Fluoretado

Sinônimo: Curva Glicêmica, Curva de Glicose, Teste Tolerância a Glicose.

Volume: Variável

Método:  Enzimático

Volume Lab.: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 1 dia.

Temperatura: Refrigerado.

Coleta: Coletar a amostra basal para dosagem de glicose. Administrar via oral 75 gramas de glicose para adultos e 1,75 g/Kg de peso para crianças (máximo de 75 g). Colher seguintes amostras conforme requisição médica.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação: Níveis altos de glicose em geral indicam diabetes, mas muitas outras doenças e estados clínicos podem causar hiperglicemia. Os diagnósticos baseiam-se em recomendações da American Diabetes Association.

CURVA DE INSULINA

Código: INS1

Material: Soro

Sinônimo: Curva glicêmica com dosagem de insulina.

Volume: Variável

Método: Enzimático

Volume Lab.: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 1 dia.

Temperatura: Refrigerado.

Coleta: Coletar a amostra basal para dosagem de glicose. Administrar via oral 75 gramas de glicose para adultos e 1,75 g/Kg de peso para crianças (máximo de 75 g). Colher seguintes amostras conforme requisição médica.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação: Uso: avaliação dos níveis circulantes de insulina. Níveis elevados de insulina na presença de concentrações baixas de glicose podem ser indicativos de hiperinsulinismo patológico. Níveis elevados de glicose em pacientes em jejum, com concentrações de glicose normais ou elevadas, e resposta exagerada de insulina e glicose quando da administração exógena de glicose, são características de formas de intolerância à glicose, diabetes mellitus ou outras condições de resistência à insulina.

 

CULTURA PARA BACTÉRIAS

Código: CULT

Material: Variável

Sinônimo:

Volume: Variável

Método: Cultivo em meios específicos

Volume Lab.: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 5 dias.

Temperatura: Refrigerado.

Coleta: Dependente do local da coleta. Coleta deve ser feita de forma específica para cada sítio.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação: Auxilia no diagnóstico de infecções em locais específicos.

 

CULTURA OROFARINGE

Código: CULT

Material: Variável

Sinônimo:

Volume: Variável

Método: Cultivo em meios específicos

Volume Lab.: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 5 dias.

Temperatura: Refrigerado.

Coleta: Coleta de secreção de orofaringe.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação: Auxilia no diagnóstico de infecções em locais específicos.

 

CULTURA DE SECREÇÃO VAGINAL

Código: CULT

Material: Secreção Vaginal

Sinônimo:

Volume: Variável

Método:  Cultivo em meios específicos

Volume Lab.: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias.

Temperatura: Refrigerado.

Coleta: Etapa de coleta ginecológica padrão: 48h sem atividade sexual uso de medicamentos intravaginais, preferencialmente não estar em período menstrual.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação: A cultura de secreção vaginal auxilia na detecção de processos infecciosos, avaliação da flora normal do local, auxílio ao diagnóstico de vaginites e vaginoses bacterianas.

 

CULTURA DE FUNGOS

Código: CULTF

Material: Diversos

Sinônimo:

Volume: Variável

Método: Identificação por técnicas manuais

Volume Lab.: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 20 dias

Temperatura: Temperatura Ambiente

Coleta: Esse exame pode ser realizado em diferentes materiais clínicos. Em caso de materiais como pele, pêlos, unhas enviar em papel preto. Material de córnea, urina e líquor enviar em frasco estéril. Secreções em geral, enviar em meio de transporte Stuart. Não é realizado em fezes.

Código SUS: 0202080137

Código CBHPM: 4.03.10.14-0

Interpretação:
Uso: diagnóstico de processos infecciosos causados por agentes fúngicos.
Classicamente, se reconhecem três principais grupos de doenças causadas por fungos: micoses superficiais, micoses profundas e micoses subcutâneas. O diagnóstico de processos patológicos causados por fungos é baseado em achados laboratoriais (presença de agentes fúngicos) e clínicos (comprovação de que o agente causa a patologia e/ou de que o tratamento específico permite observar melhora clínica).
Basicamente os fungos se dividem em leveduras, filamentos e fungos dimórficos. A cada órgão/localização anatômica/quadro clínico estão associados agentes mais comumente envolvidos. O laboratório procede a investigação cultural dos agentes de forma não específica, semeando-os em meios adequados a cada situação. Na maioria dos casos é possível o estabelecimento de gênero e espécie. Os resultados são, em geral, demorados e muitas vezes servem apenas como confirmação de um quadro em tratamento.
Limitações: embora o exame cultural seja, de certa forma, mais sensível do que a pesquisa direta (o que explica os raros casos em que a cultura de fungos é positiva ao contrário da pesquisa de fungos), o inverso pode ocorrer, principalmente em casos onde o paciente comparece à coleta de materiais quando já utilizou preparados medicamentos antifúngicos (tópicos ou sistêmicos). Especialmente quando se trata de materiais de mucosas, é necessário cautela na análise dos resultados (de modo geral, Cândida não albicans é geralmente comensal).

CROMO URINARIO

Material: urina do final da jornada de trabalho

Sinônimo: Cromo Hexavalente

Volume: 50.0 mL

Método: ICP-MS

Volume Lab.: 50.0 mL

Rotina: 4ª feira

Resultado: 8 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Coletar urina de início de jornada do último dia de trabalho da semana. Coletar em frasco estéril.

Código SUS:

Código CBHPM: 4.03.13.19-0

Interpretação:
Ver Cromo Sérico.

CROMO sérico

Código: CROM

Material: Soro

Sinônimo: Cromo Sérico

Volume: 2mL

Método:  Espectofotometria de Absorção Atômica

Volume Lab.: 2mL

Rotina: Diária

Resultado: 6 dias.

Temperatura: Refrigerado.

Coleta: Coletar cerca de 10 ml de sangue em tubo seco. Preparo: Jejum de 4 horas não obrigatório.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação: Avaliação de toxicidade por cromo. A exposição à pele pode provocar dermatite e ulceração. A ingestão resulta em vertigens, dor abdominal, vômitos, anúria, convulsões, choque ou coma. Valores diminuídos: gravidez, crianças diabéticas.

 

CROMATOGRAFIA DE AMINOACIDOS

Código: CRA

Material: Plasma Heparinizado (tubo tampa verde).

Sinônimo: Cromatografia quantitativa de aminoácidos

Volume: 5mL

Método HPLC – Cromatografia Líquida de Alta Performance

Volume Lab.: 5mL

Rotina: Diária

Resultado: 15 dias.

Temperatura: Refrigerado.

Coleta: Coletar cerca de 10 ml de sangue em tubo seco. Preparo: Jejum de 4 horas não obrigatório. Coletar em duplicata.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação: Auxilia na identificação de doença na qual o organismo não consegue digerir um aminoácido específico. O tratamento consiste em dietas específicas para cada tipo de aminoácido.

 

CRIOGLOBULINAS

Código: CRIO

Material: SORO CRIO

Sinônimo:

Volume: 2.0 mL

Método: Precipitação

Volume Lab.: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 6 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Sangue colhido em seringa ou tampa vacutainer pré aquecido e deixado a 37oC até retrair o coágulo.

Código SUS: 0202031004

Código CBHPM: 4.03.08.01-4

Interpretação:
Uso: investigação de sintomas relacionados ao frio; suspeita de doença por imunocomplexos.
Crioglobulinas são proteínas que se precipitam reversivelmente a 0-4oC. Existem três tipos de crioglobulinas: tipo I (imunoglobulinas monoclonais – IgM, IgG, IgA e Bence Jones), tipo II (crioglobulinas mistas nas quais uma imunoglobulina monoclonal é complexada a uma imunoglobulina policlonal), e tipo III (proteínas policlonais – uma ou mais imunoglobulinas, em misturas de IgG e IgM). Crioglobulinas tipo I e II ocorrem em pacientes com gamopatias monoclonais. Os tipos II e III são imunocomplexos circulantes produzidos em resposta a vários antígenos (autólogos, virais e bacterianos).
Os sintomas associados a crioglobulinemia são geralmente vasculares (púrpura, com tendência a sangramentos, urticária a frio, fenômeno de Raynaud, dor e cianose terminal).
Valores aumentados: macroglobulinemia de Waldenström, mieloma, leucemia linfocítica crônica, LES, síndrome de Sjögren e doenças hepáticas (incluindo hepatite crônica, cirrose e hepatite C).
Sua presença pode interferir nos testes de laboratório (falsas elevações nas contagens de leucócitos, alterações no complemento e alterações na viscosidade das amostras com conseqüente erro de pipetagem quando a amostra é resfriada).