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ALDOSTERONA (Urina)

Material: urina 24 horas

Sinônimo: Mineralocorticóide

Volume: 20 mL

Método: Radioimunoensaio

Volume Lab.: 20 mL

Rotina: 3ª feira

Resultado: 11 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Colher todo volume em 24 horas. Manter as amostras refrigeradas.

Código SUS: 0202010147

Código CBHPM: 4.03.16.05-0

Interpretação:
Uso: diagnóstico diferencial de hiperaldosteronismo.
A aldosterona do córtex adrenal é um dos principais componentes reguladores da excreção de sódio e potássio. Sua produção é modulada pelo sistema renina-angiotensina em resposta a mudanças no balanço de sódio e fluxo sanguíneo renal.
Valores aumentados: hiperaldosteronismo primário (com renina sérica baixa) e secundário (com renina sérica elevada), hiperplasia adrenal congênita, deficiência de aldosterona sintetase, hiperplasia adrenal, dieta hipersódica.
Valores diminuídos: síndrome de Addison, hipoaldosteronismo hiporeninêmico por distúrbios renais, dieta hipossódica, síndrome de Barter (alcalose hipocalêmica congênita)

ALDOSTERONA

Material: soro

Sinônimo: Mineralocorticóide

Volume: 1.0 mL

Material: soro

Sinônimo: Mineralocorticóide

Volume: 1.0 mL

Método: Radioimunoensaio

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 h

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum de 8 horas. Suspensão de qualquer medicamento a base de metoclopramida, captopril ou diurético.
Coletar preferencialmente até as 10 horas da manhã, ou conforme a orientação médica;
O paciente deverá permanecer por 2 horas em pé (parado ou andando) antes da coleta, ou conforme orientação médica;
Caso seja solicitada Aldosterona em repouso, o paciente deverá permanecer por cerca de 30 minutos deitado. Manter a amostra refrigerada.

Código SUS: 0202060098

Código CBHPM: 4.03.16.05-0

Interpretação:
Uso: avaliação de quadros hipertensivos onde se suspeita de hiperaldosteronismo; documentação do hiperaldosteronismo na investigação de hipertensão renovascular; diagnóstico de hiperplasia adrenal, hipoaldosteronismo e síndrome de perda salina.
Valores aumentados: hipertensão, hiperaldosteronismo primário, câncer do córtex adrenal, hiperatividade de glândulas adrenais, insuficiência cardíaca congestiva, cirrose, terceiro trimestre de gravidez, hiperaldosteronismo secundário a renina aumentada (ex. terapia diurética, estenose arterial renal).
Valores diminuídos: hipoaldosteronismo, doença de Addison, toxemia da gravidez, perda salina.
Interferentes: diuréticos, anti-hipertensivos, corticóides, preparação inadequada para a coleta.

Método: Radioimunoensaio

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 48 h

Temperatura: Congelado

Coleta: Jejum de 8 horas. Suspensão de qualquer medicamento a base de metoclopramida, captopril ou diurético.
Coletar preferencialmente até as 10 horas da manhã, ou conforme a orientação médica;
O paciente deverá permanecer por 2 horas em pé (parado ou andando) antes da coleta, ou conforme orientação médica;
Caso seja solicitada Aldosterona em repouso, o paciente deverá permanecer por cerca de 30 minutos deitado. Manter a amostra congelada.

Código SUS: 0202060098

Código CBHPM: 4.03.16.05-0

Interpretação:
Uso: avaliação de quadros hipertensivos onde se suspeita de hiperaldosteronismo; documentação do hiperaldosteronismo na investigação de hipertensão renovascular; diagnóstico de hiperplasia adrenal, hipoaldosteronismo e síndrome de perda salina.
Valores aumentados: hipertensão, hiperaldosteronismo primário, câncer do córtex adrenal, hiperatividade de glândulas adrenais, insuficiência cardíaca congestiva, cirrose, terceiro trimestre de gravidez, hiperaldosteronismo secundário a renina aumentada (ex. terapia diurética, estenose arterial renal).
Valores diminuídos: hipoaldosteronismo, doença de Addison, toxemia da gravidez, perda salina.
Interferentes: diuréticos, anti-hipertensivos, corticóides, preparação inadequada para a coleta.

ALDOLASE

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Enzimático

Volume Lab.: 0,5 mL

Rotina: Diária

Resultado: 5 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum de 4 horas. Suspensão de qualquer medicamento injetável via IM 24 h antes da coleta . Evitar contato com inseticidas organofosforados antes do exame.

Código SUS: 0202010147

Código CBHPM: 4.03.01.23-0

Interpretação:
Uso: avaliação dos processos de depleção muscular.
Valores aumentados: distrofia muscular de Duchenne, dermatomiosites, polimiosites, triquinoses, rabdomiólise, hepatites agudas e outras doenças hepáticas agudas, infarto do miocárdio, câncer de próstata, pancreatite hemorrágica. A aldolase é proporcional à redução da massa muscular, mas sua elevação no soro não é específica de doença muscular.
Valores normais: atrofias musculares neurogênicas.
Valores diminuídos: perda de massa muscular.
Interferentes: injeções intramusculares +, inseticidas organofosforados +, hemólise +, fenotiazidas.

ALBUMINA

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Nefelometria

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum de 4 horas.

Código SUS: 1103115.8

Código CBHPM: 4.03.01.22-2

Interpretação:
Uso: marcador de desordens do metabolismo protéico (nutricional, síntese reduzida, perda aumentada); avaliação de status nutricional; pressão oncótica sanguínea; doença renal com proteinúria; outras doenças crônicas.
A determinação de albumina nos líquidos cavitários oferece vantagens sobre a determinação da proteína total no diagnóstico diferencial entre transudatos e exsudatos.
Valores aumentados: desidratação (verificar aumento do hematócrito).
Valores diminuídos: ingestão inadequada (desnutrição ou diarréias crônicas); absorção entérica diminuída (síndromes malabsortivas); aumento da demanda corpórea (hipertireoidismo, gravidez); síntese prejudicada [cirrose, outras doenças hepáticas (ex. alcoolismo), processo inflamatório crônico, analbuminemia hereditária]; aumento de catabolismo (neoplasias, infecções, traumas, inflamações); perda [edema, ascites, queimaduras, nefroses, síndrome nefrótica, enteropatias com perda protéica (ex. doença de Crohn, colite ulcerativa, úlcera péptica)]; diluição (uso de líquidos IV sem albumina, SIADH, hidratação rápida; diabetes psicogênica); deficiência congênita. A hipoalbuminemia está associada a maiores períodos de internação.
Interferentes: infusão albumina IV +, infusão fluidos sem albumina -, contraceptivos orais -, garroteamento excessivo +, diferença postural.
Limitações: especialmente em populações de hemodialisados e pacientes com insuficiência renal crônica, os valores obtidos por diferentes métodos não são correlacionados.

AÇUCARES REDUTORES NAS FEZES

Código: ACU

Material: Fezes

Sinônimo:

Volume: 1-2g

Método: Colorimétrico utilizando Reativo de Benedict

Volume Lab.: 1-2g

Rotina: Diária

Resultado: 2 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Coletar as fezes (em torno de 1-2g) em frasco fornecido pela laboratório com auxílio da pá. Desprezar a pá, tampar o frasco e entregar no laboratório.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação: A pesquisa de substâncias redutoras nas fezes é utilizada para detectar deficiências congênitas, ou causadas por lesão inespecífica, de enzimas da mucosa intestinal, especialmente as dissacaridases (lactase e sacarase). Normalmente, os açúcares são rapidamente absorvidos no intestino delgado proximal, mas, se isso não ocorre, eles permanecem na luz intestinal, causando diarreia osmótico. A má absorção dos diferentes açúcares, ocasionada por essas deficiências enzimáticas, determina o aparecimento das substâncias redutoras nas fezes, além de queda em seu pH. Apesar de a sacarose não ser um açúcar redutor, ela está sujeita à hidrólise ácida no intestino, no qual ocorre a liberação dos açúcares redutores que são avaliados como substâncias redutoras. É possível encontrar resultados falso-negativos em material fecal não-recente devido à fermentação dos açúcares pelas bactérias intestinais.

ACTH – ADRENOCORTICOTROFICO

Material: plasma com EDTA

Sinônimo: Hormônio adrenocorticotrófico, corticotrofina

Volume: 1,0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab.: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Congelado

Coleta: A coleta deve ser feita preferencialmente até duas horas após o horário habitual de o cliente acordar. Até 2 anos de idade jejum mínimo necessário de 3 horas.
- Acima de 2 anos de idade jejum mínimo necessário de 8 horas. Após a coleta em tubos com EDTA, centrifugar imediatamente (centrífuga refrigerada), separar o plasma e transferir para tubo plástico. Congelar imediatamente. Enviar o plasma congelado.

Código SUS: 0202060080

Código CBHPM: 4.03.16.04-1

Interpretação:
Uso: diagnóstico diferencial da síndrome de Cushing, síndrome do ACTH ectópico (ex. carcinoma de pulmão, tumor de ilhotas pancreáticas, tumores carcinóides, carcinoma medular de tireóide), doença de Addison, hipopituitarismo e tumores pituitários produtores de ACTH (ex. síndrome de Nelson); avaliação de função adrenal.
Valores aumentados: doença de Addison, tumores produtores de ACT, stress, síndrome de Cushing hipofisária.
Valores diminuídos: adenoma de glândulas supra-renais, carcinoma de células supra renais.
Interferentes: corticosteróides, estrogênios, espironolactona, anfetaminas, álcool, lítio, gravidez, fase do ciclo menstrual, atividade física.

ACIDO VANIL MANDELICO

Material: Urina 24 h acidificada

Sinônimo: VMA,

Volume: 20,0 mL

Método: Cromatografia Líquida de Alto Desempenho (HPLC)

Volume Lab.: 20 ,0 mL

Rotina: 3ª e 5ª feira

Resultado: 7 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Para a determinação de ácido vanil mandélico, a amostra deve ser coletada em frasco limpo contendo 10 mL de uma solução de HCl à 50% ou 6N para cada litro urina. A coleta deverá ser feita em um frasco intermediário antes de depositar no frasco com conservante.
- Preferencialmente não realizar no período menstrual. Em casos excepcionais e nos de urgência, pode ser realizada a coleta de urina menstruada utilizando-se um tampão vaginal.
- Três (3) dias antes do início da coleta e no quarto dia, quando a coleta da urina será iniciada, o paciente deverá abster-se de qualquer substância que contenha: Café, Chá, Chocolate, Amendoim, Vanilina, Vitaminas, Refrigerantes, Nozes, Baunilha, Abacate, Banana, Ameixa, Berinjela, Tomate, Kiwi, Abacaxi, Sorvete, Manga.
- Os pacientes devem, também, abster-se de fumo, refrigerantes com cola e bebidas alcoólicas nestes 4 dias. Durante estes quatro (4) dias o paciente deverá alimentar-se de: Pão, Manteiga, Ovos, Açúcar, Leite integral, Arroz, Carne, Água a vontade.
- Algumas medicações podem alterar o resultado do exame. Evite o uso de medicamentos durante o período de dieta e coleta de material. Medicamentos prescritos só devem ser suspensos a critério do médico assistente.

Código SUS: 0202010139

Código CBHPM: 4.03.16.03-3

Interpretação:
Uso: diagnóstico de feocromocitoma; avaliação de quadros hipertensivos; seguimento de neuroblastomas e ganglioneuroblastomas.
O ácido vanil mandélico (VMA) é o metabólito final da epinefrina e norepinefrina.
Valores aumentados: feocromocitoma, neuroblastoma, ganglioneuroma, ganglioblastoma.
Interferentes: café +, chá +, chocolates +, baunilha +, algumas frutas e vegetais +, drogas vasopressoras +, drogas antihipertensivas +, metildopa +, inibidores MAO -, aspirina, imipramina, ácido nalidíxico, penicilina e sulfas.
A coleta de urina 24 horas deve ser realizada após a observância de dieta de três dias padronizada para VMA, com coleta total e correta do volume de 24 horas.

ACIDO VALPROICO

Material: SORO

Sinônimo: Valproato de sódio, Depakene, divalproato de sodio

Volume: 2,0 mL

Método: Enzimático colorimétrico

Volume Lab.: 2,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 7 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Deve ser realizada antes da próxima dose do medicamento. A dose de medicamento deve ser estável por pelo menos dois dias e não deve ter havido falha na tomada do mesmo. Em suspeita de intoxicação, pelo menos seis horas após a última dose.

Código SUS: 0202070050

Código CBHPM: 4.03.01.16-8

Interpretação:
Uso: monitoramento de níveis terapêuticos de ácido valpróico (valproato), utilizado no tratamento de epilepsias.
Os níveis séricos de ácido valpróico devem ser mantidos na faixa de referência indicada. Concentrações superiores às concentrações tóxicas podem causar toxicidade direta ou indireta em vários órgãos, notadamente fígado, medula óssea e tecido cerebral.
Interferentes: recomenda-se tomada do medicamento e coleta da amostra realizadas de modo constante, dada à característica circadiana das concentrações de ácido valpróico. A exposição a qualquer agente metabolizado do álcool ou hepatotóxico pode interferir nos níveis séricos da droga, especialmente álcool. Processos patológicos que envolvam o fígado também podem interferir nos valores.

ACIDO URICO URINARIO – URINA 24 HS

Material: Urina 24 horas

Sinônimo: Uricosúria

Volume: 20,0 mL

Método: Enzimático/automatizado

Volume Lab.: 20,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Usar Bicarbonato de sódio 5g/L de urina. Anotar volume total. Separar aliquota.

Código SUS: 0202010120

Código CBHPM: 4.03.01.15-0

Interpretação:
Uso: diagnóstico da uricosúria, principalmente em casos de litíase renal de repetição por uratos; identificação de pacientes com risco de formação de cálculos e defeitos genéticos.
Valores aumentados: dietas ricas em purinas (nem sempre acompanhado de hiperuricemia).
Valores diminuídos: insuficiência renal crônica ou aguda.
Interferentes: ver Ácido Úrico.

ACIDO URICO (URINA)

Material: urina – amostra isolada

Sinônimo: Uricosúria amostra isolada

Volume: 30,0 mL

Método: Enzimático/automatizado

Volume Lab.: 20,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Usar Bicarbonato de sódio 5g/L de urina.

Código SUS: 0202010120

Código CBHPM: 4.03.01.15-0

Interpretação:
Uso: diagnóstico da uricosúria, principalmente em casos de litíase renal de repetição por uratos; identificação de pacientes com risco de formação de cálculos e defeitos genéticos.
Valores aumentados: dietas ricas em purinas (nem sempre acompanhado de hiperuricemia).
Valores diminuídos: insuficiência renal crônica ou aguda.
Interferentes: ver Ácido Úrico.