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ASPERGILUS, IGE ESPECIFICA

Código: M3N

Material: Soro

Sinônimo:

Volume: 1-2mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab.: 1-2mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Coletar cerca de 10 ml de sangue em tubo seco. Preparo: 4 horas de jejum.

Código SUS: 

Código CBHPM: 

Interpretação: Este teste é utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico. Os níveis séricos de IgE são expressos em UI e classificados em classes, estando associados à intensidade das manifestações clínicas.

ASLO – ANTIESTREPTOLISINA “O”

Material: soro

Sinônimo: ASO, ASLO

Volume: 1.0 mL

Método: Imunoturbidimetria

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum de 4 horas. Em crianças pequenas recomenda-se a coleta antes da próxima alimentação. Hemólise e lipemia atuam como interferentes.

Código SUS: 0202030474

Código CBHPM: 4.03.06.44-5

Interpretação:
Uso: diagnóstico e avaliação de processos infecciosos por Streptococcus do grupo A (principalmente S. pyogenes); diagnóstico e avaliação de febre reumática e glomerulonefrite aguda.
A estreptolisina O é uma proteína de capacidade hemolítica, produzida pelos estreptococos do grupo A. Em indivíduos infectados por estes organismos, esta proteína age como antígeno, elicitando resposta imune do paciente. Os títulos iniciam sua ascensão em cerca de 7 dias, atingindo picos em cerca de 14-30 dias. Na ausência de complicações ou reinfecção, estes títulos decrescem a níveis pré-infecção em cerca de 6-12 meses. É possível o encontro de situações falso-positivas, mas, em geral, testes com títulos elevados estão associados a processos infecciosos vigentes ou passados por estreptococos, ou quadros de glomerulonefrites pós-estreptocócicas e febre reumática. Em casos com suspeita clínica e títulos não reagentes ou diminuídos, é recomendável a repetição do teste em períodos de duas a quatro semanas. Títulos persistentemente elevados podem estar associados a estado de portador estreptocócico sem patologia associada.

APOLIPROTEINA – B

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Imunoturbidimetria

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 6 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum obrigatório. Suspensão de qualquer medicamento a base de andrógenos, diuréticos, corticosteróides, pois estes alteram o resultado do exame.

Código SUS: 00000000.0

Código CBHPM: 4.03.01.36-2

Interpretação:
Uso: avaliação do metabolismo lipídico; avaliação de risco cardíaco.
O termo apolipoproteína refere-se à fração exclusivamente protéica das lipoproteínas (porção estrutural que permite a manutenção dos lipídeos em solução durante a circulação na corrente sanguínea). A Apolipoproteína B (Apo-B100) é um composto de 500 kD, sendo produzida majoritariamente no fígado, funcionando como carreadora de colesterol às células. Mais de 90% das LDL-colesterol são Apo-B, mas VLDL e IDL também a contém. Níveis elevados de apo-B podem ocorrer em casos de hiperlipidemia familiar combinada e hiperlipidemia adquirida (onde funciona como fator adicional de diagnóstico diferencial). De modo geral a interpretação dos resultados de Apo-B é similar à interpretação aplicada ao colesterol LDL.

APOLIPROTEINA – A1

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Imunoturbidimetria

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum obrigatório. Suspensão de qualquer medicamento a base de fenobarbital, carbamazepina, diuréticos. Fumo e dietas de carboidratos também alteram resultado do exame.

Código SUS:

Código CBHPM: 4.03.01.35-4

Interpretação:
Uso: avaliação de risco para doença cardíaca coronariana; diagnóstico diferencial de hiperlipidemias.
A apolipoproteína A é o principal componente do HDL-colesterol. Sua dosagem está associada à determinação de risco cardíaco, e valores menores são associados a maior risco de desenvolvimento de aterosclerose.
Valores aumentados: dislipidemia familiar, exercício crônico vigoroso, uso moderado de álcool.
Valores diminuídos: hipoalfalipoproteinemia familiar, doença de Tangier, hipertrigliceridemia e pancreatites.

ANTITROMBINA III, DOSAGEM

Material: plasma citratado

Sinônimo:

Volume: 2,0 mL

Método: Quantificação funcional utilizando substrato cromogênico

Volume Lab.: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 5 dias

Temperatura: Congelado

Coleta: Coleta de sangue com Citrato . Separar imediatamente o plasma e enviar congelado.

Código SUS: 0202020177

Código CBHPM: 4.03.04.06-0

Interpretação:
Uso: investigação de tendência a tromboembolismo venoso; detecção de estados de hipercoagulabilidade; monitoramento de resposta a heparina.
A antitrombina III é um dos principais inibidores dos fatores de coagulação ativados. Sua deficiência (herdada ou adquirida) quantitativa ou funcional está associada com risco aumentado de tromboembolismo venoso. Pacientes com níveis baixos de ATIII são geralmente resistentes ao uso de heparina. A antitrombina III inativa a trombina e os fatores IXa, Xa, XIa, XIIa. Sua atividade é amplificada pela heparina. A deficiência de ATIII ocorre em cerca de 1/5000 pessoas. O risco de tromboses aumenta de 0,1% em pessoas normais a 55-70% em pacientes com deficiência quantitativa ou qualitativa de ATIII, herdada ou adquirida.
Valores aumentados: casos de inflamação aguda (ATIII é um marcador de fase aguda), hiperglobulinemia, uso de anticoagulação com cumarínicos.
Valores diminuídos: deficiência familiar hereditária (autossômica dominante, com valores em torno de 40-60% do normal), doença hepática crônica, cirrose hepática, síndrome nefrótica, doenças com má nutrição protéica, terapia com heparina após o terceiro dia, terapia com l-asparaginase, doença trombótica ativa, coagulação intravascular disseminada, uso de contraceptivos orais, gravidez, recém-natos, leucemia aguda, carcinomas, queimaduras, trauma pós-cirúrgico, doença renal e sepse.

ANTIGENO AUSTRALIA

Material: soro

Sinônimo: Antígeno Austrália

Volume: 1,0 mL

Método: Eletroquimioluminescência – ECLIA

Volume Lab.: 1,0 mL

Material: soro

Sinônimo: Antígeno Austrália

Volume: 1,0 mL

Método: Eletroquimioluminescência – ECLIA

Volume Lab.: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 5 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum recomendado, mas não obrigatório..

Código SUS: 0202030970

Código CBHPM: 4.03.16.11-4

Interpretação:
Hepatite B
Transmissão: compartilhamento de agulhas contaminadas, transfusão sanguínea, transplante de órgãos, relação sexual, uso de materiais não esterilizados (tatuagem, piercing, acupuntura), perinatal.

Período de incubação: 6 a 8 semanas.

O diagnóstico da hepatite B tem-se baseado na detecção dos marcadores sorológicos, que ajuda a determinar a presença de infecção por hepatite viral tipo B pregressa ou em desenvolvimento, o estágio agudo ou crônico da doença, a resposta à terapia e/ou o estado imunológico do paciente.
O diagnóstico de doenças infecciosas não deve basear-se no resultado de único teste, mas deve ser determinado conjuntamente com outros dados clínicos e meios de diagnóstico, bem como em associação com o parecer do médico.

AU – HbsAg, é o primeiro marcador da doença, detectável no soro antes do aparecimento dos sintomas, aparece em altos níveis na fase aguda da doença. Se a doença evoluir para cura, seus níveis diminuem em torno de 6 meses. Na forma crônica da doença, permanece por mais de seis meses.
Após o desaparecimento do Ag HBs, os anticorpos anti-HBs aparecem no soro, embora haja sempre um período de janela imunológica da infecção entre o desaparecimento do Ag HBs e o aparecimento dos anti-HBs (soroconversão).

Rotina: Diária

Resultado: 24h

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum recomendado, mas não obrigatório..

Código SUS: 0202030970

Código CBHPM: 4.03.16.11-4

Interpretação:
Hepatite B
Transmissão: compartilhamento de agulhas contaminadas, transfusão sanguínea, transplante de órgãos, relação sexual, uso de materiais não esterilizados (tatuagem, piercing, acupuntura), perinatal.

Período de incubação: 6 a 8 semanas.

O diagnóstico da hepatite B tem-se baseado na detecção dos marcadores sorológicos, que ajuda a determinar a presença de infecção por hepatite viral tipo B pregressa ou em desenvolvimento, o estágio agudo ou crônico da doença, a resposta à terapia e/ou o estado imunológico do paciente.
O diagnóstico de doenças infecciosas não deve basear-se no resultado de único teste, mas deve ser determinado conjuntamente com outros dados clínicos e meios de diagnóstico, bem como em associação com o parecer do médico.

AU – HbsAg, é o primeiro marcador da doença, detectável no soro antes do aparecimento dos sintomas, aparece em altos níveis na fase aguda da doença. Se a doença evoluir para cura, seus níveis diminuem em torno de 6 meses. Na forma crônica da doença, permanece por mais de seis meses.
Após o desaparecimento do Ag HBs, os anticorpos anti-HBs aparecem no soro, embora haja sempre um período de janela imunológica da infecção entre o desaparecimento do Ag HBs e o aparecimento dos anti-HBs (soroconversão).

ANTICOAGULANTE LÚPICO

Material: plasma citratado

Sinônimo: Anticorpo antifosfolipideo, LAC, APA, LAc

Volume: 1,0 mL

Método: Teste realizado em 2 etapas: 1ª Teste de triagem:dRVVT (teste fosfolípide dependente utilizando reagente com baixa concentração de fosfolípides). 2ª Teste confirmatório: RVVT confirmatório (confirmação da presença do inbidor inespecífico – anticoagulante lúpico – utilizando reagente com alta concentração de fosfolípides).

Volume Lab.: 0.5 mL

Rotina: Diária

Resultado: 5 dias

Temperatura: Congelado

Coleta: Jejum de 4 horas. Sangue colhido com citrato. Suspender o uso de anticoaglante oral 2 semanas antes da coleta do sangue , se heparina suspender 2 dias antes da coleta.

Centrifugar a amostra por 10 minutos a 3500 RPM, para redução do número de plaquetas, separar o plasma das hemácias e congelar. Enviar a amostra de plasma congelada.

Código SUS:

Código CBHPM: 4.03.04.01-9

Interpretação:
Uso: processos trombo-embólicos recorrentes, manifestações trombóticas neurológicas, abortos espontâneos sucessivos e trombose venosa ou arterial.
O anticoagulante lúpico (LAC) e os anticorpos anticardiolipina (ACA) estão associados a doenças tramboembólicas, tais como tromboses venosas profundas, tromboses arteriais, abortos espontâneos de repetição, acidentes vasculares cerebrais e plaquetopenia. Estas doenças podem estar associadas à presença somente dos ACA ou somente de LAC, mas, em geral, ocorrem positivamente para ambos. O LAC ocorre na presença de doenças autoimunes (LES, anemia hemolítica autoimune, artrite reumatóide), distúrbios neurológicos (epilepsia, coréia, enxaqueca, esclerose múltipla e S. Guillain-Barré), após a utilização de medicamentos (hidralazina, procainamida, clorpromazina, quinidina, fenitoína, vários antibióticos).
- LACs e ACAs não são os mesmos anticorpos e podem ocorrer independentemente. Na vigência de suspeita clínica, ambos devem ser pesquisados.
- Estes anticorpos podem ocorrer em duas síndromes intimamente relacionadas, porém, clínica, bioquímica e laboratorialmente distintas: a Síndrome Antifosfolipídica Primária e a Síndrome Antifosfolipídica Secundária. Ambas síndromes estão associadas a manifestações tromboembólicas (venosas, arteriais e de microcircuação) em qualquer tecido ou órgão, e complicações da gestação (abortos espontâneos de repetição, morte fetal, nascimento de prematuros).

ANTIBIOGRAMA

Material: Diversos

Sinônimo:

Volume: Variável

Método: Semeadura em meios específicos.

Volume Lab.: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Temperatura Ambiente

Coleta: Secreções em geral devem ser enviadas em meio de transporte Stuart. Líquidos cavitários devem ser enviados em frasco estéril

Código SUS: 0202080080

Código CBHPM: 4.03.10.12-4

Interpretação:
Uso: diagnóstico de infecções bacterianas; estabelecimento de perfis de sensibilidade a antibióticos.
A cultura para germes aeróbicos comuns pode ser realizada a partir de uma série de amostras e sua condução leva em consideração as características da amostra e da bacterioscopia inicial. Cada compartimento possui diferentes características de pH, flora normal, oxigenação, etc, o que faz com que os achados sejam valorizados de acordo com o contexto clínico laboratorial. O antibiograma é realizado para a bactéria isolada considerada potencialmente patogênica, segundo as normas do NCCLS.

ANTI TPO – ANTICORPO – ANTI-PEROXIDASE

Material: soro

Sinônimo: Anti-células acinares – Anti peroxidase

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 5 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum de 8 horas. Anotar uso de medicamentos.

Código SUS: 1106216-9

Código CBHPM: 4.03.06.34-8

Interpretação:
Uso: diagnóstico de hipotireoidismo, tireoidite de Hashimoto e mixedema primário.
Os anticorpos anti-microssomais (ou anti-tiroperoxidase) e anti-tireoglobulina são detectáveis em grande parte nos indivíduos acometidos por tireoidite de Hashimoto, tireoidite atrófica, tireoidite pós-parto e boa parte dos acometidos por doença de Graves. A pesquisa de autoanticorpos contra a tireóide pode apresentar melhores resultados quando realizados simultaneamente anti-microssomais (anti-TPO) e anti-tireoglobulina, visto que em algumas circunstâncias os pacientes podem apresentar resposta autoimune a somente um antígeno tireoidiano. Geralmente, pacientes com mixedema, tireoidite granulomatosa, e carcinoma não produzem anticorpos anti-tireoidianos. Ainda, relata-se que até 10% de indivíduos normais (ou sem alteração clínica e funcional) podem apresentar autoanticorpos contra antígenos da tireóide, especialmente os idosos, e especialmente do sexo feminino. Indivíduos normais com níveis elevados de TSH e tiroxina livre (T4l) em níveis normais, com qualquer anticorpo anti-tireoidiano reagente apresentam risco aumentado para o desenvolvimento de hipotireoidismo franco no futuro.
Interferentes: patologias autoimunes como lupus eritematoso sistêmico, síndrome de Sjögren, artrite reumatóide, anemia perniciosa e outras podem estar associadas à positividade para pesquisa de anticorpos anti-tireoidianos. Alguns testes podem resultar negativos devido ao pequeno número ou confinamento dos clones linfocitários B responsáveis pela produção destes anticorpos.
Os anticorpos anti-microssomais foram substituídos pela dosagem de anticorpos anti-TPO, tendo em vista que o antígeno microssomal é a própria peroxidase tireoidiana.

ANTI JO 1

Material: soro

Sinônimo: Histidil tRNA sintetase

Volume: 1.0 mL

Método: Fluorimetria

Volume Lab.: 1.0 mL

Rotina: 3ª e 5ª feira

Resultado: 6 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Jejum de 4 horas.

Código SUS:

Código CBHPM: 4.03.06.07-0

Interpretação:
Uso: marcador diagnóstico de miopatias inflamatórias autoimunes.
O antígeno Jo-1 é um componente protéico extraível em salina, associado a histidil-tRNA sintetase. Cerca de 30% dos pacientes com polimiosite possuem reatividade com estes anticorpos, e sua demonstração é muito menos freqüente nas dermatomiosites. A presença deste anticorpo parece estar associada à maior incidência de sintomas extramusculares, como fibrose pulmonar intersticial e poliartrite, e outras anormalidades imunológicas. A reação de anticorpos antinucleares apresenta geralmente um padrão espiculado. A presença destes anticorpos é usualmente associada a aumento na incidência de fibrose pulmonar e doença intersticial pulmonar em pacientes com polimiosite. Marcador de pior prognóstico.