Exame para confirmação de Zika Vírus

Exame para confirmação de Zika Vírus

O diagnóstico laboratorial específico de vírus Zika baseia-se principalmente na detecção de RNA viral a partir de espécimes clínicos. O período virêmico ainda não está completamente estabelecido, mas acredita-se que seja de curta duração. No Brasil, o exame preconizado para confirmação de vírus Zika é a reação em cadeia da polimerase via transcriptase reversa (RT-PCR). O LABORATÓRIO BIOLABOR, disponibiliza da metodologia indicada, onde o resultado é liberado em até 18 dias úteis. O material utilizado é sangue citratado, sendo assim a coleta é realizada de forma ágil e segura em qualquer uma de nossas unidades.

O Zika virus (ZIKAV) é um RNA vírus, do gênero Flavivírus, família Flaviviridae. O principal modo de transmissão descrito do vírus é por vetores.

A contaminação do zika se dá pela picada do mosquito contaminado. No Brasil, o principal vetor é o Aedes aegypti que, após picar alguém contaminado, pode transportar o ZIKAV durante toda a sua vida, transmitindo a doença para uma população que não possui anticorpos contra ele.

O quadro comum do zika provoca febre mediana, erupções cutâneas vermelhas e dor articular por cerca de cinco a oito dias. Os médicos afirmam que não existe, na literatura médica, estudos que comprovem a relação entre o zika e alterações neurológicas em crianças ou adultos, mas admitem a possibilidade de que casos de microcefalia possam ser registrados.

O Brasil registra 1.761 casos suspeitos de microcefalia em 422 cidades de 14 estados, conforme o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde.

A microcefalia não é um agravo novo. Trata-se de uma malformação congênita, em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. Neste caso, os bebês  nascem com perímetro cefálico (PC) menor que o normal, que habitualmente é superior a  32 cm (conforme imagem ao lado).

Essa malformação congênita pode ser efeito de uma série de fatores de diferentes origens, como substâncias químicas e agentes biológicos infecciosos, podendo eles ser bactérias, vírus e/ou radiação.

Pelo relatado dos casos até o momento, as gestantes cujos bebês desenvolveram a microcefalia tiveram sintomas do vírus Zika no primeiro trimestre da gravidez. Mas o cuidado para não entrar em contato com o mosquito Aedes aegypti é para todo o período da gestação, podendo ser feito através do uso de repelentes e também no cuidado para evitar a procriação dos mosquitos.

Para maiores esclarecimentos, entre em contato conosco.

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